| Devido ao número de fãs do jogo de vídeo-game, “Silent Hill” chegará aos cinemas com bilheteria garantida. O longa é esperado há alguns anos e já tem data de estréia nos Estados Unidos: 21 de abril de 2006. No Brasil, os fãs terão que aguardar um pouco mais já que a produção só figura no nosso país em junho.
O filme
Quem fez a adaptação foi Christophe Gans (que também dirige o longa) e Roger Avary. Ambos prometeram o melhor filme baseado em jogos de vídeo-game que a indústria cinematográfica já viu. A julgar pelas fotos e pela competência do estúdio de produção, as declarações certamente não foram “delírios”.
O orçamento é ousado: 50 milhões foram “doados” pela Sony Pictures para fazer o filme funcionar. Quem protagoniza a empreitada é a atriz Radha Mitchell, que vai viver a desesperada personagem Rose, que busca sua filha em uma cidade mal-assombrada.
Com tanto dinheiro na jogada, o jogo obviamente foi bem “captado” e o clima sombrio permanece do começo ao fim. Muita neblina, escuridão, velas e fantasmas prometem aparecer neste longa que ao que tudo indica, será cheio dos mistérios.
Outros atores também figuram no aguardado “Silent Hill”. Alguns dos personagens que eles vivem saíram dos games e outros foram incrementados apenas para dar mais emoção à histórias nas telinhas. Laurie Holden, Deborah Kara Under, Tanya Allen e Kim Coates já marcaram presença. O aclamado Sean Bean (de A Lenda do Tesouro Perdido) foi confirmado para viver o marido de Rose, outro desesperado em resolver o paradeiro da pequena filha.
Outro assunto legal que envolveu a produção foi uma promoção que permitiu que os grandes fãs do jogo pudessem participar do filme. Tudo o que eles deviam fazer era criar um pôster para o longa e enviar à Sony Pictures. O felizardo foi Chuck Waite que recebeu o equivalente a quase R$6 mil e vai participar da pré-estréia, além é claro, de ver seu trabalho estampado em todos os cinemas mundiais.
O jogo
“Silent Hill” fez carreira na plataforma Playstation, onde ganhou milhões de fãs. Considerado inicialmente como uma cópia barata de Resident Evil, ele faz parte de uma “moda” que a indústria dos games criou no final dos anos 90 e início dos anos 2000. Nesta época, surgiu “Dino Crisis” e outras pérolas dos games que seguiam a mesma jogabilidade.
“Silent Hill” talvez fosse o mais inovador deles. Usando um cenário realmente sombrio, o game era realista e realmente assustava aos jogadores. A graça era resolver o grande mistério por trás da cidade. Claro que o sucesso fez com que surgissem seqüências, mas o original, no caso, sempre fica na memória.
Galeria de Imagens: Divulgação / Sony
|