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O
mundo celebra hoje o Dia da Paz
“Não
há paz sem justiça, não há justiça sem perdão”.
A frase pertence ao Papa João Paulo II,
no discurso que realiza hoje pela paz.
Há 30 anos
a igreja celebra dia 1º de janeiro,
além de uma data santa, um dia que acabou
entrando no calendário como o “Dia Mundial
da Paz”.
Como
faz todos os anos, neste dia, a Igreja ouve
a mensagem do Papa, que neste ano condena
com veemência as guerras e atos de terrorismo,
ações que marcaram 2001.
Em seu
discurso, João Paulo II diz que “é precisamente
a paz, baseada na justiça e no perdão que
é atacada pelo terrorismo internacional,
numa rede sofisticada de conluios políticos,
técnicos e econômicos, que ultrapassam as
fronteiras nacionais e se estende até abranger
o mundo inteiro”.
O papa
diz ainda que o terrorismo “nasce do ódio
e gera isolamento, desconfiança e retraimento”
e que precisamente por isso dá origem não
só a crimes intoleráveis, mas constitui
em si um verdadeiro crime contra a humanidade”.
Apesar
da igreja há três décadas levar a bandeira
da paz, nunca tem se falado tanto na necessidade
de paz, diminuição da violência como nos
últimos anos.
Hoje, várias
Organizações Não-Governamentais (ONG’s)
Internacionais colocam sua mensagem contra
as guerras.
Entre elas,
pode se citar a UNESCO, uma das mais antigas
ONGs no mundo.
A UNESCO
tem uma grande variedade de tarefas, mas
apenas uma missão: a de construir a paz.
O propósito
da Organização é contribuir para a paz e
a segurança, promovendo cooperação entre
as nações por meio da educação, da ciência
e da cultura, visando favorecer o respeito
universal à justiça, ao estado de direito
e aos direitos humanos e liberdades fundamentais
afirmados aos povos do mundo, sem distinção
de raça, sexo, idioma ou religião”. (Artigo
I do Ato Constituinte da UNESCO)
Em 1997,
a Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU)
proclamou 2000 como o Ano Internacional
da Cultura de Paz e, em 1998, declarou o
período 2001-2010 como a Década Internacional
da Cultura de Paz e Não-Violência para as
Crianças do Mundo. Portanto, a década da
Paz declarada pela UNESCO e apoiada pelos
países ainda continua.
GUERRAS
- No histórico da humanidade, sempre existiram
as guerras. Pela ânsia de conquistas, sejam
elas sociais, econômicas ou políticas, as
guerras atravessaram os séculos e se tornaram
cada vez mais frequentes. As guerras mundiais
ganharam estudos específicos dos governos
dos países.
Outro sinônimo
de guerra é a violência. No Brasil,
devido o aumento da violência a busca pela
“segurança” se tornou o anseio maior da
sociedade.
MISSAS
- Em Mossoró, as paróquias da Diocese local
também farão as suas manifestações pela
Paz.
Nas igrejas
matrizes das paróquias da cidade, as missas
serão realizadas em homenagem ao dia da
Paz e a Nossa Senhora.
Na Catedral
de Santa Luzia, a missa será às 9h. Na igrejas
de São João, São Manoel e matriz de São
José, a celebração será às 17h.
PRÊMIOS
NOBEL DA PAZ - 1979 A 1993
1979 -
Madre Teresa de Calcutá (Iugoslávia) por
seu trabalho de assistência aos pobres na
Índia e vários outros países.
1980 Adolfo
Perez Esquível (Argentina) por defender
soluções pacíficas para os graves problemas
do seu país e uma nova era de respeito pelos
direitos humanos .
1981 -
Alto Comissariado das Nações Unidas Para
Refugiados, pelo trabalho de assistência
aos refugiados em vários países.
1982 -
Alva R. Myrdal (Suécia) e Afonso Garcia
Robles (México), por sua contribuição às
negociações de desarmamento da ONU .
1983 -
Lech Walesa (Polônia), por seu esforços
na conquista não-violenta dos direitos dos
trabalhadores.
1984 -
Desmond Tutu (África do Sul) por sua luta
pacífica contra a discriminação racial.
1985 -
Médicos Internacionais Para a Prevenção
da Guerra Nuclear (IPPNW) por seus esforços
para impedir um conflito nuclear, em nome
do compromisso profissional de proteger
a vida e preservar a saúde.
1989 -
Dalai Lama, em reconhecimento à sua liderança
espiritual. Os chineses foram contra essa
homenagem.
1993 -
De Klerk e Nelson Mandela (África do Sul)
pede perdão pelo Apartheid.
ALGUMAS
GUERRAS REGISTRADAS PELA HISTÓRIA
GUERRA
NAS SOCIEDADES PRIMITIVAS
QUEDA
DO IMPÉRIO ROMANO E IDADE MÉDIA
GUERRAS
SENHORIAIS MODERNAS E IMPERIAIS
GUERRAS
NACIONAIS
PRIMEIRA
GUERRA MUNDIAL
SEGUNDA
GUERRA MUNDIAL
GUERRAS
ÁRABES - ISRAELENSES
GUERRA
DOS SEIS DIAS - 1967
GUERRA
DO VIETNÃ
GUERRA
DO YOM KIPPUR - 1973
GUERRA
DO GOLFO e
CONFLITO
ÁRABE-ISRAEL
GUERRA
CONTRA O TERROR - 2001
Brasil
ainda não ganhou Nobel da Paz
O Prêmio
Nobel foi criado em 1901, por Alfred Nobel,
na Suécia, com o intuito de homenagear grandes
feitos nas áreas de Física, Química, Medicina,
Literatura e Paz.
Em 1968
foi instituída, também, a categoria Economia.
O número máximo de premiados é de três por
categoria. Premiações póstumas não são feitas,
exceto nos casos em que o contemplado tenha
falecido após sua indicação, mas antes da
premiação.
Os primeiros
a serem premiados foram Jean Henri Dunant
(Suíça), por fundar a Cruz Vermelha e criar
a Convenção de Genebra, e Fréderic Passy
(França), por fundar uma sociedade para
a paz na França.
Desde então
grandes personalidades ao redor do mundo
são homenageadas por defenderem a pacificação
entre os homens e por espalharem de alguma
forma, a sua mensagem de paz.
O Brasil,
apesar de ser um país que sempre tem recebido
os estrageiros vitimados pelas guerras ao
longo dos anos e ao redor do mundo, nunca
foi premiado.
Em cem
anos, o prêmio foi dado a personalidades,
cientistas, espirituais, líderes políticos,
integrantes de movimentos, escritores, artistas,
também em alguns anos não tendo havido prêmios.
O Nobel
da Paz de 2001 foi atribuído conjuntamente
à Organização das Nações Unidas (ONU) e
ao seu secretário geral, Kofi Annan.
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