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Casamento
Moderno
Marcio
Vidal, 26 anos, técnico em eletrônica em
Foz do Iguaçu e Elizabeth, 25 anos, vendedora
de uma loja de acessórios em João Pessoa,
vão se casar sem nunca terem se visto antes.
Eles se conheceram em setembro, no chat
via celular de uma operadora de telefonia
movel, que funciona, mais ou menos, como
uma busca desses sites de relacionamento.
Foi Elizabeth
quem chamou Marcio para teclar. Passaram
duas semanas teclando via celular até que
ele resolveu ligar para ela. Conversaram
cerca de duas horas. A partir daí, passaram
a se falar quase diariamente por telefone.
No início de outubro, ele pediu Elizabeth
em namoro e, no dia 18, ficaram noivos,
VIA TELEFONE! Houve, inclusive, troca de
alianças. Marcio enviou para João Pessoa,
via sedex, presentes, fotos, e a aliança
com o nome dele gravado. Encomendou, ainda,
um buque de rosas, que foi entregue na loja
em que ela trabalha. Junto com o pedido
de noivado, veio a decisão de se casarem.
Combinaram que Marcio iria para João Pessoa
de mala e cuia, largando o emprego e a família.
Desde então Elizabeth começou a preparar
o enxoval.
O primeiro
encontro aconteceu no dia 03 de dezembro,
em João Pessoa. Marcio saiu de Foz do Iguaçu
no sábado, dia 30, às 22h. Como não tinha
nenhuma linha de ônibus que liguasse as
duas cidades, ele foi parar em Recife e,
de lá, pegou outro ônibus até a capital
paraibana. Só chegou na terça-feira, dia
03, às 16h! E de mala e cuia! Nunca tinha
visto a mulher antes e se mudou para lá
sem nem conhece-la. Hoje, os dois moram
juntos!!!
Jovem
britânico preso admite ter criado três
vírus perigosos
O britânico
Simon Vallor admitiu hoje ter criado três
vírus de computadores que espalhou pela
Internet. Um deles foi classificado como
o terceiro mais difundido já criado.
O rapaz
de 21 anos e originário de Llandudno foi
considerado culpado por uma corte britânica
por ter enviado via e-mail os vírus Gokar,
Redesi e Admirer, que afetaram computadores
em 46 países.
Vallor,
que foi preso em fevereiro, sustentou que
sua motivação era saber se poderia fazê-lo
e se o vírus voltaria para ele. Ele foi
solto sob fiança e a data para a emissão
de uma sentença ainda precisa ser decidida.
A Scotland
Yard afirmou que algumas variantes dos vírus
causaram poucos danos aos computadores.
No entanto, alguns deles, enviados por e-mail
e que se faziam passar pelo serviço de suporte
da Microsoft, podiam fazer com que o disco
rígido da vítima fosse reformatado.
O
ovo que virou máquina digital
As máquinas
digitais assumem as mais diversas formas,
desde quadrados até as medidas de uma caneta
esferográfica. O último lançamento do gênero
é um produto com formato de um ovo, que,
além de câmera, é rádio e mini-game.
Além do
design pouco convencional, os recursos da
máquina não têm nada de especial. Quem assina
a novidade é a Supercam CyberTech. Especificações:
Cabo USB; 24 bits de cor; Alimentação por
duas pilhas AAA; De 2 a 8 MB de memória
interna;
Incidência
de e-mails com vírus é 80% maior do que
em 2001
O número
de vírus de computador enviados por e-mail
cresceu cerca de 80% no ano de 2002. De
acordo com a empresa britânica de segurança
em TI, MessageLabs, a cada 212 e-mails,
um continha vírus. Em 2001, a incidência
era de um a cada 380 e-mails e, em 2000,
uma mensagem a cada 790 estava contaminada.
De acordo
com o site Ananova.com, durante o ano, o
mecanismo de proteção da Message Labs barrou
9,3 milhões de vírus em dois bilhões de
e-mails. O relatório da MessageLabs aponta
ainda que o vírus Klez.H foi o mais ativo
do ano, com 4,9 milhões de cópias barradas.
É importante considerar, entretanto, que
esses números não correspondem à quantidade
real das infecções, visto que expressam
apenas as mensagens enviadas ou recebidas
pelos clientes corporativos da Message Labs.
Identificação
pelo cheiro
O Pentágono
está solicitando a cientistas a construção
de uma máquina capaz de reconhecer as pessoas
pelo cheiro. Mais de 2 milhões de euros
podem ser investidos para checar a viabilidade
e a segurança do sistema. De acordo com
o site Ananova.com, o projeto será baseado
na idéia de que todas as pessoas possuem
um gene programado para produzir um odor
característico, diferente dos demais seres
humanos.
O projeto
será iniciado no próximo ano, pela Agência
de Projetos de Pesquisa Avançados dos EUA
(DARPA). Se a comprovação da viabilidade
do sistema sair no prazo de dois anos e
meio, a agência programa que em seis anos
deve estar sendo lançado um protótipo da
máquina.
O assunto
já vem gerando polêmica. Steven Aftergood,
da Federação Norte-Americana de Cientistas,
afirma que o problema será se a máquina
não for capaz de detectar quando houver
tentativa de mudança nos odores. “Seria
como analisar as impressões digitais com
um par de luvas”, compara.
A DARPA
rebate afirmando que a intenção não é tentar
construir um nariz artificial e sim um detector
do gene que comanda a produção dos odores.
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