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ATUALIZAÇÃO ÀS TERÇAS E QUINTAS

 


Os apelidos de Gutenberg

Tive o privilégio de ler, ainda nos originais, o Dicionário Papa-Jerimum, apelidos e afins, que o folclorista Gutenberg Costa lança, às 18 horas de hoje, na AS Book Shoop de Mossoró.

Declaro-me suspeito para comentar o livro em questão, porque sou tendencioso e gosto de elogiar os amigos. Assim, é prudente escrever apenas sobre as alcunhas desse juntador de apelidos.

Duvido que exista, nos sebos de Oropa, França e Bahia, quem não conheça o nosso "Cangaceiro", que é mais valente do que Lampião quando se trata de defender a cultura popular.

Pelo cognome de "Guto", o dicionarista é conhecido desde o "Beco da Lama" até o "Nem", bairro onde ele mora, que, dizem as más línguas, nem é Natal nem é Parnamirim.

O jornalista Ivo Freire trata-o por "Gutemba" e eu, vez por outra, tenho dúvidas se o cabra se parece com "Frei Damião" ou com "Woden Madruga". Há quem prefira "Zé Areia".

Discípulo dos mestres Vingt-un (ou "Acangaçu") e Raimundo Soares de Brito (ou "Raibrito"), Gutenberg também é brabo feito siri em lata na defesa das questões mossoroenses.

Quer vê-lo nos cascos, basta um crítico leitor de orelhas ensaiar cacarejos contra os movimentos culturais de Mossoró, porque, na opinião de "Guto", esta é uma terra onde as coisas acontecem.

Não é à toa que o "Cangaceiro", cujo sétimo apelido não direi por falta de espaço e por sorte dele, decidiu lançar o seu Dicionário Papa-Jerimum primeiramente aqui, sob as bênçãos de Santa Luzia.