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Leilão da Maisa não foi realizado por falta de compradores e bens serão oferecidos no dia 31

 

Os trabalhadores do antigo complexo industrial Maisa tiveram seus planos de verem suas dívidas trabalhistas quitadas adiados mais uma vez. Nenhuma proposta de compra dos patrimônios pertencentes as empresas  Maisa - Mossoró Agro Industrial S/A e Mossoró-Indústria e Comérico S/A - foi apresentada na Segunda Vara do Trabalho de Mossoró na tarde do dia primeiro.

O valor mínimo de venda dos bens é de R$ 4,5 milhões. Entre eles estão a Fábrica de Beneficiamento de Castanha de Caju, o poço 10, a marca Maisa e o Centro Administrativo Maisa pelo valor mínimo de R$3,7 milhões; a Fazenda Pedra Preta por R$ 500 mil; Parking House no valor de R$ 150 mil; e um terreno de 90 hectares com lance mínimo de R$ 150 mil.

Está marcada para o dia 31 de maio uma nova possibilidade para compra dos bens, prevalecendo para aquisição a maior importância ofertada.

O dinheiro obtido com o negócio vai contribuir para a quitação da dívida trabalhista de R$ 9 milhões - reduzidos para R$ 5,8 milhões em acordo -nos quais estão envolvidos cerca de 1,5 mil trabalhadores.

 

 

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