Maternidade volta a oferecer plantões pelo SUS 

 A decisão tomada pelo governo do Estado do Rio Grande do Norte através da Secretaria Estadual de Saúde de interromper os plantões de Anestesiologia, Pediatria e Obstetrícia da única maternidade no município de Mossoró que atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS) - foi alterada atendendo o apelo dos médicos.

Em reunião ocorrida em Natal junto ao secretário estadual de Saúde, a decisão foi a de que a partir de abril os plantões ficariam normalizados, ou seja a maternidade continuará com as equipes em atuação e os repasses continuarão sendo feitos.

Segundo Júlio César Aguiar, administrador da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) - que compõe a Maternidade Almeida Castro, Casa de Saúde Dix-sept Rosado e Hospital Infantil Cid Augusto - a decisão se prolongará até que os plantões possam ser transferidos para uma outra unidade hospitalar, o que já está sendo providenciado.

“O Estado deverá providenciar uma outra unidade hospitalar que possa receber os atendimentos e contar com os plantões. Até que isso seja definitivo, o acordo é o de não deixar a população de Mossoró desamparada, e por isso continuaremos a oferecer o serviço pelo SUS”, explica Aguiar.

Ainda conforme o administrador, uma das unidades cogitadas para oferecer o serviço de plantão às gestantes pelo sistema é o Hospital da Polícia em Mossoró. Ainda segundo ele, a estrutura e suas reais necessidades está sendo estudada para que os investimentos feitos possam permitir que a unidade venha a oferecer o serviço.

“A secretaria está estudando para que o Hospital da Polícia possa ser essa unidade. Para que isso ocorra, uma série de mudanças físicas e até de recursos humanos precisará ser feita, o que não certamente demandará um tempo para que esteja pronto. Esse intuito nos foi colocado na reunião com o secretário”, completa Aguiar.

AIHs - A dificuldade de distribuição no número de Autorizações de Internação Hospitalar (AIHs) permanece. Segundo o administrador, apesar da situação ter sido apresentada o Estado pouco apresentou em termos de soluções para que o total de AIHs seja ampliado, hoje disponiblizado pelo Estado e  município juntos somam um total de apenas 557, tendo em vista que o volume de atendimentos é muito maior, também devido a demanda de pacientes vindos de cidades de todo o oeste do Estado e até mesmo de estados vizinhos como o Ceará.

“Colocamos a situação e devermos reforçá-la na próxima reunião do Conselho Bipartite, que está previsto para o final deste mês de abril. No entanto, a posição inicial é a de que pouco se poderá fazer em relação a esta situação”, explica Júlio César Aguiar.

A maternidade continua com todo o seu atendimento normalizado pelo SUS e não houve cortes em nenhum dos serviços, mesmo com as dificuldades nas AIHs.

  .::HOME::.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EDITORIAS

Cotidiano

Economia

Esporte

Polícia

Política

Regional

Universo

OPINIÃO

Cid Augusto

Editorial

Emerson Linhares

Emery Costa

Giro pelo Estado

Laíre Rosado

Notas da Redação

Paulo Pinto

Rubens Coelho

Sérgio Chaves

Sérgio Oliveira

COLUNAS TEMÁTICAS

Assuntos do Comércio

Cinema em Foco

Direito em Pauta

Comentário Econômico

Mundo Digital

Nossa História

Cultura Americana

CIDADES

Alexandria

Areia Branca

Assu

Caraúbas

Macau

Médio Oeste

Patu

Pau dos Ferros

São Miguel

Umarizal

Vale do Apodi

SUPLEMENTOS

Empresa

Escola

Mais TV

EDIÇÕES ANTERIORES

ESPECIAIS

Chacina Prefeito

Barragem Santa Cruz

Vingt Neto

O JORNAL

Assinatura

Expediente

Histórico

Painel do Leitor

SERVIÇOS

102 ON-LINE

BANCO DO BRASIL

CAERN

CAIXA ECONÔMICA

COL. MOSSOROENSE

CORREIOS - CEP

COSERN

DETRAN

DICIONÁRIO ON-LINE

ESAM

FOLHA DIRIGIDA

GOVERNO DO ESTADO

HORÓSCOPO

IDEC

INDICADORES

RECEITA FEDERAL

TÁBUA DE MARÉS

TELEMAR

TRADUTOR ON-LINE

UERN

UFRN

 

 

 

 

 

 

ENQUETE

Você concorda com o programa Fome Zero?
Sim
Não
Votar
resultado parcial...

 

 

 

 

 

 

Mossoró-RN, quarta-feira, 2 de abril de 2003