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Leônidas, em versos
maduros
Foi nos tempos de Chap-Chap que conheci
Leônidas Dantas, ali onde também me deparei com tantos
outros grandes poetas mossoroenses, Leônidas distribuía
os seus livros a quem interessasse lê-los. Versos, segundo
ele, ainda verdes.
Por sinal, este era o título do livro:
“Ainda Verde” que nada tinha de imaturo, pelo contrário,
trazia um traço forte, abrangendo temas sociais, introspectos,
e tudo mais o quanto se pudesse imaginar.
Leônidas me parece uma espécie de
ermitão, recluso em alguma aldeia que eu desconheço,
e que de lá só sai quando está repleto de novas “crias”
para mostrar ao mundo, é como o animal que pare e tem
que sair à caça para sustentar a reca de filhotes.
Depois daquele primeiro encontro,
Leônidas tornou-se colaborador da nossa página de poesias
no jornal O Mossoroense e seduziu toda a Mossoró.
Há alguns meses carrego um feixe de
lenha bruta debaixo do braço que me foi presenteado
por ele.
São poemas, assim como os primeiros,
maduros, quer ele assuma ou não - a esta altura, creio
que ele deve imaginar que até os perdi, mas não, estou
a remoê-los um a um para tecer este comentário sem futuro.
Digo-lhe, poeta, que sua poesia não
carece de adulação, nem padrinho.
É uma poesia filosófica, profunda
e inteligente, apaixonada sem excessos e contestadora
com propriedade.
Ave misteriosa como você é, não sei
o que fará com este meu escrito mal trajado, quanto
aos seus versos, espero encontrá-lo qualquer noite destas,
entre um gole de cachaça e outro, lançando-o na forma
de livro para o meu deleite e de toda a Mossoró.
...et cetera e coisa e tal...
Parabéns ao jornalista Carlos Santos
pelo lançamento do seu blog. Carlos foi pioneiro no
modo de fazer informação em Mossoró, quando criou o
seu Herzog Press, o único em Mossoró emitido via fax.
É um jornalista antenado com as modernidades mais que
necessárias.
Existe algo que eu sempre elogio no
Hotel Thermas que é a sua capacidade de formar profissionais.
Silva e Henrique são amigos dos meus tempos de hotelaria.
Ambos audaciosos, acabaram de abrir no Santa Delmira
uma casa de massas excelente. Um atendimento que dá
gosto, literalmente. A casa fica ao lado do Supermercado
Queiroz.
“Saia do meu caminho, eu prefiro
andar sozinho/ Deixem que eu decida a minha vida/Não
preciso que me digam de que lado nasce o sol/Porque
bate lá meu coração”. Comentário a Respeito de John,
uma das mais belas composições de Belchior sempre cabe
em momentos tão oportunos.
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