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Morte
de despachante continua sem solução
Uma
semana depois da morte de Roberto Nunes
de Freitas Souza, o “Roberto do Detran”,
25 anos, a polícia ainda não encontrou uma
saída para desvendar o caso. O bacharel
Francisco Edvan de Queiroz, titular da Segunda
Delegacia de Polícia (2ª DP), conforme constatação
feita pela reportagem de O Mossoroense,
se acha perdido diante de especulações levantadas
acerca do caso.
Para a
morte de “Roberto do Detran” várias hipóteses
estão sendo investigadas, mas até o momento
a polícia não consegue mostrar serviço no
sentido de desvendar o caso. O delegado
Francisco Edvan, contatado pela imprensa,
prefere silenciar diante da situação e a
única desculpa apresentada é a de que as
investigações estão em andamento.
O despachante
“Roberto do Detran” jantava na Pizzaria
Forno a Lenha, acompanhado de sua namorada
Stênia Albano, na noite de sábado da semana
passada, antes de seguir viajem juntamente
com seu amigo “Tércio” para a praia de Tibau,
de onde tinham chegado horas antes.
Um homem,
usando capacete com viseira escura, desceu
de uma moto, na esquina da rua João da Escóssia
com a avenida Diocesana, atravessou o calçadão
do Shopping Porcino Costa e se dirigiu até
a mesa onde estava “Roberto do Detran”.
Sacou de sua arma, um revólver calibre 38,
e disparou à queima-roupa contra a cabeça
do despachante. Em seguida saiu tranqüilamente
no mesmo veículo que chegou sem que ninguém
pudesse reconhecê-lo.
Uma fonte
ligada à Segunda Delegacia Regional de Polícia
Civil (2ª DRPC), confidenciou a O Mossoroense
que diante de pressões que vêm sendo feita,
é provável a nomeação de um delegado especial
para investigar o caso, se o mesmo num prazo
de uma semana não apresentar indícios promissores.
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