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Lá
se vão...
A cena
se passou no outrora freqüentadíssimo Clube
Ipiranga (hoje transformado em clube ACEU).
Tomávamos umas cervejotas geladas enquanto
participávamos de uma das festas movimentadas
naquele chamado sodalício da rua Mário Negócio.
Ali estamos, da esquerda (sem nenhuma conotação
político-ideológica) para a direita, pela
ordem: Labieno Moreira (irmão da secretária
municipal Fátima Moreira), um cidadão cujo
nome não me recordo (socorra-me Pedrinho
da Flama); José Nilson Rodrigues (ex-secretário
de Finanças da prefeitura de Mossoró na
gestão Dix-huit Rosado); Edmundo Alves de
Assis (o famoso “Assis Cabral”); o próprio
Pedro de Alcântara Alves Lopes (o “Pedrinho
da Flama”) - e este que vos escreve, Emery
Costa. Não sei em que ano foi, mas com certeza
lá se vão mais de 35 anos. (Do álbum de
Emery Costa).
QUEIMA
Quem diria,
carteira de estudante em Mossoró voltou
a ficar no “queima”. Tem entidade dessas
que pululam por aí que estão até fazendo
propaganda no rádio. Umas fazem a identidade
por 6 reais, outras por 5 e há até quem
faça por 4 reais. Realmente, dá para se
repetir: ó tempora, ó móris, (ó tempos,
ó costumes).
COLABORAÇÕES
Repito
que, para que a seção dominical recém-criada
nesta coluna não fique parecendo que é uma
coisa instituída só para divulgar fotos
de antigamente deste colunista, é preciso
que haja a colaboração dos leitores. Tem
tanta gente me dizendo que está achando
o máximo, mas não colabora. Se não vierem
as colaborações serei levado a sustar as
publicações.
RIDÍCULA
Um leitor
me indaga na rua se eu conheço as principais
características de uma pessoa ridícula.
Como essa não é a minha praia, respondi
que não. E ele então, do alto da sua sapiência,
passou a enumerá-las: mentir a idade, principalmente
no caso de homem; tentar esconder a careca,
palitar os dentes à mesa, ostentar ouro,
divulgar as conquistas amorosas e usar freqüentemente
os pronomes possessivos.
MAIS
E a lista
do ridículo segue: abusar de expressões
estrangeiras, conversar em outro idioma
com gente do mesmo país sem que seja por
aprendizado ou por treinamento e mais por
gabolice; buscar aparecer em coluna social
e pior ainda se for de maneira fútil; dizer:
“Eu me amo”; fumar em local proibido e,
finalmente, escancarar as portas do carro
e aumentar o som em local público. (Da coluna
de Neno Cavalcanti do “Diário do Nordeste”,
de Fortaleza).
DESAFIO
Tem mossoroense
desafiando os que nasceram em Parnamirim.
Seguinte: enquanto Mossoró possui 2 deputados
federais (um licenciado, mas é) e três estaduais
(já chegou a possuir até cinco), a cidade
vizinha de Natal não possui nenhum deles.
Cabível.
ELEIÇÃO
Pelo caminhar
do andor teremos em 2004, na eleição municipal
de Mossoró, um número recorde de candidatos.
Ou seja, haverá muitos candidatos a prefeito
e o pleito se decidirá logo no primeiro
turno. Será o que se chama por aí de eleição
atípica.
NORDESTE
Segundo
me diz o Josemar, gerente da Empresa Viação
Nordeste para a região, aquela instituição
dirigida por ele está na permanente busca
da excelência dos serviços que presta à
população quando adquire carros novos, preserva
os que possui, mantém um padrão de serviços
de primeira linha. Isso pode ser visto e
comprovado por todo e qualquer usuário.
ATESTADO
Quando
ressurgem buracos do tipo destes que existem
defronte ao Teatro Lauro Monte Filho, eles
passam imediatamente um atestado de incompetência
às equipes e funcionários da prefeitura
de Mossoró que cuidam dessa área. Pois é,
esta recuperação já foi feita “n” vezes.
Tem alguém ganhando e outros tantos perdendo
com isso...
AMENIDADES
Em plena
terça-feira do carnaval deste ano em Tibau,
o pessoal que organizou a “Troça do Chico
Tidó” estava reunido preliminarmente, aquecendo
as turbinas, tomando umas e outras, quando
se aproximou um vendedor de CD dos chamados
piratas. Conversa vai, conversa vem com
o grupo, entrou na pauta o assunto venda
de CDs legalizados e surgiu o nome do Glênio
Soares, o dono da Glênio CD, que estava
presente. Daí perguntaram ao vendedor de
piratas o que ele achava do Glênio (repito,
que ele não conhecia e estava presente à
roda). Eis que o vendedor respondeu: “Aquilo
é um ladrão”. No caso, o infrator era quem
vendia os falsificados, mas ele achou que
ladrão era o Glênio. Já pensaram? Domingo,
dia de amenidades.
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