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Renata Vasconcellos

A elegância de Renata Vasconcellos chama a atenção tanto no vídeo quanto pessoalmente. Dona de uma boca saliente, olhos levemente puxados e uma postura discretíssima, a jornalista é a apresentadora do “Bom Dia Brasil”, ao lado de Renato Machado. Aos 30 anos, Renata substitui Leilane Neubarth, que há três meses deixou o telejornal para se dedicar a reportagens especiais. A jornalista lembra que a oportunidade de apresentar o “Bom Dia Brasil” surgiu inesperadamente, em janeiro deste ano. Ela foi avisada numa sexta e, na segunda, já estava na bancada do telejornal matinal da Globo. “Me deu um frio na barriga, pois o ‘Bom Dia’ é um jornal de peso na emissora. Mas já estou mais adaptada”, assegura uma compenetrada Renata.

Para a jornalista, o mais importante é se sair bem nos comentários, uma das marcas registradas do “Bom Dia Brasil”. Isto porque Renata ainda não estava acostumada a dar a opinião sobre fatos e sim em seguir a linha mais tradicional, em que o jornalista se limita a apresentar as notícias. “Até o ‘Bom Dia’, eu trabalhava mais no factual, onde não cabe comentário”, reconhece. A principal experiência da jornalista vem dos seis anos em que trabalhou na Globonews. Na verdade, Renata saiu da faculdade diretamente para o canal de notícias da Globosat. Ela estreou juntamente com a Globonews, em 1996, e apresentou a edição nº 1 do “Em Cima da Hora” - telejornal apresentado de hora em hora na emissora -, ao lado de Eduardo Grillo. “Fui meio que jogada aos leões e aprendi muita coisa na prática”, garante.

A partir daí, fez de tudo na Globonews, desde reportagens até edição, entrevistas e entradas ao vivo. “Sem a experiência na Globonews, não chegaria ao ‘Bom Dia’”, acredita. A primeira aparição de Renata na Globo foi no “Jornal Hoje”, em 1997. Ela estava fazendo uma reportagem sobre a marca de roupas Christian Dior para a Globonews, que acabou sendo solicitada para a exibição no telejornal vespertino da Globo. Logo depois, a jornalista começou a apresentar oficialmente o próprio “Jornal Hoje” aos sábados. Em 99, quando a produção foi transferida do Rio para São Paulo, Renata deixou o telejornal. “Foi muito importante este contato com a tevê aberta para ganhar segurança na bancada”, afirma.

Renata reconhece que apresentar um telejornal na tevê aberta e, principalmente, na Globo é bem diferente de estar em um canal a cabo. “A camisa da tevê aberta pesa bem mais que a da fechada. A audiência é bem maior e isso, sem dúvida, conta muito”, compara a apresentadora. Mas Renata lembra que algumas experiências específicas por que passou na Globonews foram importantes. Ela, por exemplo, comandou por alguns anos o programa “Pelo Mundo”, na Globonews, em que os apresentadores aparecem em pé, se movimentam e precisam se acostumar com as marcações do cenário, que só aparece virtualmente para o espectador. Quando foi chamada para a apresentar quadros esporádicos no “Fantástico” - atualmente está no quadro “Bicho Solto” -, Renata já estava “craque” em apresentar com cenários virtuais. “A primeira vez dá medo, porque você olha e não tem nada”, explica.

Renata também não deixa de “rasgar seda” para o colega de bancada Renato Machado, que tem 21 anos de Globo e assumiu o “Bom Dia Brasil”, em 1996. A jornalista define o companheiro como “uma águia” e conta que o bom humor do apresentador ajuda a quebrar a tensão nos intervalos do telejornal. “O senso de humor dele é um excelente quebra-gelo. Ele descontrai o ambiente”, confessa. A jornalista reconhece, no entanto, que Renato também chama a atenção em algumas situações e sempre tem uma postura franca com ela. “O Renato não tem meias palavras. Se tem de fazer uma crítica, ele não doura a pílula. Acho ótimo, porque ele me ajuda a melhorar. Gosto de trabalhar com gente assim”, jura a jornalista.

Comando da madrugada

Renata Vasconcellos dorme cinco horas por dia em média. Ela vai para a cama às 23 h e já está de pé às 4 da manhã. A própria jornalista faz a maquiagem, escolhe o figurino e chega nos estúdios da Rede Globo, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio, às 5 h. “A responsabilidade é tanta que o despertador toca e eu pulo da cama automaticamente”, conta a apresentadora. Já na emissora, Renata lê o resumo das principais notícias da noite anterior, preparada pela equipe do telejornal, e toma conhecimento do conteúdo que o “Bom Dia Brasil” pretende apresentar. Ela parte, então, para preparar as entrevistas do dia e ler os principais colunistas dos jornais impressos do país. Antes de entrar no ar, pontualmente às 7:15 h, ainda grava algumas narrações para as matérias. “O horário é complicado, mas você acaba entrando no ritmo”, reconhece.

Renata também se preocupa em não chamar mais atenção que a notícia. Por isso, busca utilizar a menor quantidade possível de acessórios, como brincos, colares e pulseiras. Quando fica na dúvida se está com uma maquiagem muito carregada ou uma roupa chamativa, prefere seguir a máxima de que, no jornalismo, o ator principal é a notícia. “Prefiro pecar pela escassez a pecar pelo excesso. A minha função é só emoldurar a notícia”, argumenta.

Instantâneas

# Renata Vasconcellos nasceu no Rio de Janeiro, mas não tem sotaque carioca.

# Imagens fortes ainda emocionam Renata. Um exemplo disso foi a do pai que reencontrou as três filhas seqüestradas há poucos meses em São Paulo. “Ainda não estou completamente imune às emoções”, confirma.

# Renata Vasconcellos tem uma irmã gêmea. Ela se chama Lanza e é estilista.

# Agir de forma natural é a tática de Renata Vasconcellos quando acontecem problemas de transmissão ou técnicos durante a apresentação. “Nestas horas, é melhor falar a verdade e ficar calma”, acredita.

# Renata  é casada e tem dois filhos, um de 3 anos e 9 meses e outro de 1 ano e 9 meses.

# Renata Vasconcellos se formou na Faculdade de Jornalismo da PUC, no Rio de Janeiro.

# O convite para o “Fantástico” aconteceu depois que Renata fez uma série de reportagens sobre o Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - para o próprio programa.

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Mossoró-RN, domingo, 6 de abril de 2003