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Mais um golpe na difícil relação Potiguar
e Baraúnas. A rivalidade do clássico que seria normal
dentro de campo, cada vez mais se fortalece fora das
quatro linhas e vai até as suas diretorias. Falar em
convivência pacífica, até que se fala, mas os atos dos
dois lados depõem contra tudo que é dito. Sempre que
pode, até em caso de jogadores de divisões de base já
existiu. Quem não lembra quando o Potiguar tirou Alan
do Baraúnas gerando uma enorme discussão. Mas, no presente,
quem sai na frente neste “clássico” administrativo é
o tricolor. Depois de levar Erivan, conseguiu desviar
o caminho do atacante Torona que vinha do Alecrim, anunciado
pelo Potiguar. Mas, no final, ele acabou mesmo assinando
contrato com o Baraúnas. Se a questão envolve a falta
de ética não sei, mas que reforça a rivalidade, isso
sim é verdade.
CONTUSÕES
E a sina do norte-rio-grandense Sandro,
no time do Cruzeiro, continua. O jogador, que passou
um bom tempo afastado do campo, retornou, mas não consegue
se firmar. Constantes contusões tem tirado o jogador
da equipe. Treinando no início da semana, voltou a sentir
uma fisgada na panturrilha direita e preocupa. Bom futebol
e pouca sorte.
MUDANÇA
Na reta final da Copa da Alemanha
uma mudança radical entre os finalistas. Uma situação
que já perdurava desde a Copa de 1978, quando foi campeã
a Argentina, as seleções do Brasil e da Alemanha sempre
estiveram presentes nas decisões. Este ano ficam de
fora. Copa, para os dois, só como expectadores.
CONVOCADOS
Em Mossoró a expectativa gira em torno
da divulgação da lista com o nome dos convocados para
disputar a partida de futsal gay. O jogo acontece no
sábado entre Mossoró e Assu no ginásio Pedro Ciarlini.
A briga é para definir quem fica no gol para segurar
as bolas.
MESCLANDO
A exemplo do que faz o Botafogo da
Paraíba, matéria já publicada neste jornal, adversário
do Baraúnas, o time do Ypiranga de Pernambuco, adversário
do Potiguar, os dois na Série C, também montarão um
plantel mesclado. Vai reunir alguns atletas experientes
com jogadores em início de carreira. Veja matéria nesta
edição.
R$ 14 MILHÕES É PREÇO
Por tudo que já aconteceu na Copa
do Mundo na Alemanha, alguns valores dos profissionais
envolvidos na competição já foram definidos. Um deles
é do treinador brasileiro Luiz Felipe Scolari que para
contar com seus serviços, clubes ou seleções, terão
que desembolsar nada menos do que R$ 14 milhões. Isso
mesmo, por extenso, quatorze milhões de reais. Pode
até parecer exagero, principalmente quando se observa
de um país em que paga-se um salário mínimo de R$ 350,00
e o presidente da República, que foi operário, diz que
pode vetar reajuste de 16% para pensionistas e aposentados
e oferece apenas cinco. Mas, para o futebol da Europa,
onde a moeda é mais forte e eles dependem em alguns
casos do talento alheio para ganhar qualidade, é um
valor normal e até merecido pela qualidade do Felipão.
COMPARAÇÃO
Ouvi uma comparação infeliz. Numa
reportagem da Alemanha, uma repórter da TV Record dizia
que bem diferente dos brasileiros que vaiaram e criticaram
os jogadores da seleção na derrota para França, os alemães
aplaudiram depois da eliminação do seu time. A repórter
só esqueceu de dizer que os jogadores da Alemanha
lutaram pela vitória até o último minuto e os brasileiros
não.
CHEGANDO mais um reforço para
o América. Atacante Max.
É difícil saber nesse momento
como o ABC manterá a grande estrutura do Frasqueirão
sem jogar. No futuro, pode complicar.
O Potiguar continua enfrentando
problemas para treinar. Precisa viabilizar urgente o
seu campo próprio.
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