Publicação relatará história da paróquia de São João Batista

Perfil da Igreja Matriz de São João Batista: obra resgata histórico da paróquia do Assu em detalhes ASSU - Por intermédio da Secretaria Municipal de Cultura, a prefeitura do Assu promoverá no dia 20 deste mês, sexta-feira, às 20h, o lançamento oficial de mais uma obra literária gerida na instância da Coleção Assuense. O acontecimento cultural será realizado defronte à igreja matriz de São João Batista. O livro, “História da Paróquia de São João Batista”, tem como autora a jornalista Auricéia Antunes de Lima. “Este acontecimento se insere dentro da proposta da atual administração de estimular as ações culturais do município”, descreveu o titular da pasta de Cultura, artista plástico Gilvan Lopes de Souza, enfatizando que será a sétima publicação produzida pela Coleção Assuense.

De acordo com Auricéia Lima, o livro é resultado de mais de dois anos de pesquisa contínua. O livro possui 504 páginas e oito capítulos. “Na realidade prefiro dizer que este é apenas um primeiro volume, pois a história da paróquia e da própria vida de São João Batista é muito extensa para caber numa única edição”, destacou a jornalista e autora que já produziu outros seis trabalhos literários: “Diagramação”, de 1986; “Crônicas”, de 1992; “Comunicação e Desenvolvimento”, de 1996; “Terras de Mártires (primeira edição), de 1999; “Terras de Mártires (segunda edição, revista e ampliada), de 2000; e, em 2001, “História da Câmara Municipal do Assu”. “Já estamos trabalhando para um novo livro que, se Deus quiser, lançaremos no ano de 2003 e se intitula ‘Mulher - Século XXI’, com 50 capítulos, que faz uma panorâmica da presença da mulher neste novo século e milênio”, descreveu a jornalista.

REEDIÇÃO - Auricéia Lima disse que é possível que o livro “História da Paróquia de São João Batista” venha a ter uma segunda edição no ano que vem. “Há toda uma expectativa de que este trabalho venha a ser requisitado por pesquisadores, estudantes e professores de Assu e região, o que poderá facilitar sua reedição”, disse, frisando que tal fato ocorreu em relação ao livro “História da Câmara Municipal do Assu. “A primeira edição do livro sobre a história da câmara esgotou-se rapidamente e estamos em conversações para uma nova edição”, declarou a jornalista e escritora, formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e com licenciatura em Teologia na esfera da Arquidiocese de Natal.

Paróquia é uma das mais antigas do Rio Grande do Norte

Agregada à Diocese de Santa Luzia, em Mossoró, a paróquia de São João Batista, em Assu, é uma das mais antigas de todo o Rio Grande do Norte. Sua história revela fatos novos que interagem com a trajetória histórica da Igreja Católica Apostólica Romana no século XVI, não somente no Estado como em todo o Brasil. “O percurso vivido pelos virtuosos sacerdotes que por aqui passaram (pela paróquia) está relatado neste minucioso trabalho de pesquisa”, contou Auricéia Lima.

Ela afirma que contribuiu sua experiência para realizar a obra. A jornalista integra os quadros da Fundação José Augusto (FJA) há mais de 20 anos, na alçada do Centro de Pesquisa “Juvenal Lamartine”. No referido Centro têm sido publicados trabalhos interessantes para a história e a biografia do Rio Grande do Norte, de acordo com a jornalista e escritora. A respeito do relato focalizando a paróquia de Assu, ela considerou que “é um trabalho valioso que enriquece a cultura do Estado e do País”. “Fatos singulares da história da Igreja foram registrados nos livros de tombos da paróquia”, revelou.

PARCELA - Ela fez questão de frisar que a compilação representa somente o primeiro volume a respeito do histórico da paróquia, uma das mais importantes freguesias católicas potiguares. “Seria impossível resumir todo este trabalho de mais de 300 anos de existência numa única edição”, reiterou. “Há muito que ser estudado pois os livros revelam preciosidades da nossa história e devem ser observados com mais afinco”.

Livro contém dados biográficos e
históricos de sacerdotes

Auricéia Lima mencionou o vigário atual da paróquia de São João Batista, padre Francisco Canindé dos Santos, como um dos que mais contribuíram para a revelação das informações que constam da publicação. “A ajuda de padre Canindé para o resultado final deste trabalho foi imprescindível e importantíssima”, declarou. Observou que a confiança depositada pelo vigário ao trabalho foi fundamental para que houvesse o resgate de uma série de fatos históricos e marcantes para a vida da população assuense.

A autora fez questão também de destacar “sensibilidade do prefeito Ronaldo Soares que sempre demonstrou interesse na preservação de nossa história para as futuras gerações”. Conforme palavras de Auricéia Lima, a paróquia de São João Batista em Assu guarda um precioso acervo que focaliza não só o plano local, mas também envereda por aspectos da vida da igreja no Estado e no País. “É uma parte de nossa história que está intacta e precisa ser estudada”, relatou.

O livro expõe alguns dados biográficos e históricos a respeito de alguns sacerdotes que viveram experiências na instância da paróquia, dentre os quais monsenhor Joaquim Honório da Silveira, monsenhor Júlio Alves Bezerra, dentre outros, “além do próprio padre Canindé que guarda zelosamente os livros da paróquia”. A jornalista e escritora conta que sua pesquisa compreendeu ainda a grande maioria das capelas localizadas no município e que integram a paróquia que, além de Assu, abrange atualmente as cidades de Carnaubais e Porto do Mangue. “O município conta com cerca de 70 capelas e visitamos as principais neste trabalho documentário”, disse Auricéia Lima.

GERAL - A jornalista e autora conta que procurou dar ao livro um aspecto generalizado a partir do foco principal em torno da paróquia de São João Batista. Neste sentido, conta, serão encontrados dados a respeito da biografia dos ex-sacerdotes da paróquia; dos papas que passaram pela Igreja Católica (inclusive o Papa João Paulo II); história de São João Batista; do Educandário Nossa Senhora das Vitórias (ENSV), entidade mantida pela congregação “Filhas do Amor Divino”; do Instituto Padre Ibiapina (IPI), estabelecimento educacional mantido pela paróquia de Assu; histórico sobre a vida e a obra da freire assuense Irmã Lindalva Justo de Oliveira, martirizada e que tem em tramitação seu processo de beatificação em curso no Vaticano, em Roma; publicação de artigos de Monsenhor Júlio Alves Bezerra; cópia do Livro de Tombos da paróquia e, ainda, “um rico material fotográfico para ilustrar o livro”.

 

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Mossoró-RN, sexta-feira, 6 de dezembro de 2002