|
DD – Quem
é Diá?
Uma pessoa
que convive bem com o raciocínio, a fé,
a esperança e o amor e que sabe o que quer.
DD – Para
que vale a pena viver?
Para abrir
caminhos... Sempre.
DD – Política
é...
A ciência
que rege todas as modalidades. A partidária
às vezes é escura.
DD – Macau
é mesmo a ilha do amor, ou falta alguma
coisa?
Amo Macau
e sua gente. Por isso, entrei na política
para opinar e colaborar com o seu desenvolvimento.
Falta uma conscientização a respeito da
urgência de todos se engajarem no propósito
de transformação.
DD – O
que você recomenda para quem visita Macau?
As salinas,
Barreiras, Diogo Lopes, Camapum, Souza Center
Hotel, Maré Mansa...
DD – O
que há de melhor no universo político?
As chances
de colaborar e formar bases sólidas para
o desenvolvimento sustentável, melhor qualidade
de vida, educação, saúde e moradia.
DD – O
que você jogaria no lixo?
As cabeças
e os corações que não puderem ser reciclados.
DD – Na
sua opinião, quem vai para o céu?
Os que
acreditam. Não em suas obras, mas no sacrifício
que Cristo outorgou na cruz do calvário.
DD – E
para o inferno?
Os amantes
de si mesmos. Pois são incapazes de se colocarem
no lugar de outrem.
DD – É
possível se livrar da traição?
É possível
estar imune a ela. Mas livrar-se, acho que
não.
DD – Família
é...
Célula,
origem. Lugar onde tudo começa e as bases
se formam. Não há vida sem a família.
DD – Defina
a “felicidade”.
Um arco-íris
onde nem sempre tudo é azul e, às vezes,
as outras cores se manifestam.
DD – Uma
saudade...
Da vida
de estudante.
DD – Uma
personalidade.
Meu pai,
especialmente, e aos que conquistaram os
seus alvos e objetivos propostos.
DD – Em
2003 eu vou...
Deixando
o que para trás ficou e olhando para o infinito
onde as vitórias certamente me esperam.
DD – A
quem você não pode deixar de agradecer?
A Deus,
a meus pais e irmãos, aos amigos que me
ajudaram na conquista do que hoje sou.
DD – Se
arrepende de algo na vida?
De estar
ficando muito racional e ponderado.
DD – O
que é preciso para viver um grande amor?
Disposição,
somente.
|