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Os aguapés encontrados na superfície
do rio Mossoró devem ser retirados com a mais brevidade
possível. O alerta foi da professora de geografia Hildegard
Mota, na reportagem de capa do O Mossoroense, domingo.
Segundo ela, esse tipo de planta acaba sendo prejudicial
ao rio, pois consome o oxigênio da água.
O gerente de Gestão Ambiental, Mairton
França, informou que permanentemente a prefeitura promove
a retirada mecânica ou manual dos aguapés.
"No momento, em virtude do período
eleitoral, há uma certa dificuldade em contratar pessoal
para essa remoção. Mas, já estamos programando uma nova
retirada", informou. "Em tempos de chuva,
há uma certa dificuldade em se remover isso", complementou.
De acordo com Mairton, estudos realizados
na Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa)
constataram que no primeiro mês a planta absorve metais
pesados e poluição. Após esse prazo, a planta passa
a ser relevantemente prejudicial, quando começa a consumir
material orgânico.
ESCLARECIMENTOS - Segundo Mairton,
a prefeitura não usa somente o Google Earth para o desenvolvimento
das práticas de defesa ambiental. "A base fotográfica
da prefeitura é uma das mais modernas do Estado. Melhor
que Natal, inclusive", afirmou.
Ele lembrou ainda que há uma fiscalização
rigorosa sobre a área não-edificante às margens do rio
Mossoró, situado às suas margens a 100 metros de distância.
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