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Da
veracidade e da responsabilidade da informação
Que
falta de sinceridade! E que radicalismo. Um funcionário, ou melhor
dizendo, um dirigente do Hospital Tarcísio Maia, que não tive o prazer
de conhecer, nem ao menos saber o seu nome, foi convidado a dirigir o
Hospital Luís Soares, a Policlínica do Alecrim, em Natal, e uma certa
imprensa em Mossoró, desinformada e tendenciosa, diz que o mesmo foi
transferido pelos deputados Laíre e Sandra Rosado. Qual o motivo? Não
diz! Não precisa. O importante é criticar os dois deputados.
Será
que esse tipo de jornalismo pode ser considerado sério? Por outro lado,
qual o motivo para nos atingir? Será por conta de O
Mossoroense “velho de guerra”? Ou essas pessoas estão incomodadas
com o sucesso do trabalho em favor do Rio Grande do Norte? E onde está o
compromisso com a informação e com a seriedade? Com a história da
cidade? Estão insatisfeitos com a conclusão da Barragem do Umari? Ou do
Açude de Santa Cruz? Ou terá sido a Adutora Jerônimo Rosado? Ou serão
os recursos obtidos para a Universidade Estadual? Ou, ainda, os vinte e
cinco milhões de reais para o saneamento de Mossoró?
Alguém
me falou que não, pois tudo isso já é realidade, mesmo que eles não
queiram aceitar. Já aconteceu, o ódio, o inconformismo, deve ser
exclusivamente ao projeto da deputada Sandra Rosado, que criou em Mossoró
a Faculdade de Medicina. Foi
demais para essa gente acostumada a pensar pequeno.
Aliás,
ontem, encontrei-me com o professor aposentado Heriberto Bezerra. Pediu-me
para parabenizar Sandra pela sua iniciativa, ele que foi fundador da
Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Nessa época, disse-me ele, Natal não tinha ainda 100 mil habitantes. E
agora, e se esses pseudojornalistas entenderem de publicar que Mossoró
tem menos de 50 mil habitantes? Ora tudo isso para eles, não tem a menor
importância, pois a responsabilidade não lhes importa.
Voltando
ao funcionário ou prestador de serviços do Tarcísio Maia, é importante
saber se ele está triste, ou se está satisfeito, por estar dirigindo um
hospital em Natal, capital do Estado do Rio Grande do Norte, quando em
Mossoró ocupava o posto de vice-diretor.
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