|
Mulher
de Cosme Rufino acusa polícia de arbitrariedade
A
dona de casa Luzia Cilene Lemos, 23 anos,
que reside na rua Bezerra, 265, bairro Presidente
Costa e Silva, por sua vez, esposa de Cosme
Rufino de Almeida, procurou a redação de
O Mossoroense na manhã de ontem para denunciar
o que ela chama de atos de arbitrariedade
praticados pela polícia, ante o fato de
seu marido estar sendo acusado de liderar
uma quadrilha de assaltantes com larga atuação
em Mossoró e região.
Segundo
Luzia Cilene, na última quarta-feira, agentes
de Polícia Civil, ocupando duas viaturas,
invadiram a casa de sua mãe, a doméstica
Maria José Lemos, 51 anos, isto por volta
das 14h30, cujo propósito era encontrar
Cosme Rufino. Teriam revirado toda a casa
sem ter em mãos nenhum mandado de busca.
A mulher
de Cosme Rufino disse que os parentes dele
querem tratar de sua apresentação perante
o titular da Delegacia de Furtos e Roubos
(DFR), para que ele se defenda das acusações
e possa provar o contrário, mas o entrave
se dá por parte do bacharel Denis Carvalho
da Ponte que está colocando obstáculos.
O jornal O Mossoroense, na manhã de ontem,
tentou conversar com o delegado, mas o seu
telefone celular se encontrava na caixa
postal.
Ainda de
conformidade com Luzia Cilene, seu marido,
Cosme Rufino, não é nenhum marginal, não
lidera quadrilha de nada e não tem nem uma
bicicleta para andar. Por outro lado, a
polícia insiste em tê-lo atrás das grades.
“Os outros acusados estão se apresentando.
Então, por que não dão esse mesmo direito
a meu marido. Olha, nós não temos dinheiro
nem para comprar comida. Quem nos alimenta
é a minha mãe”, complementou.
|