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No
limite da idade
O apodiense
José Freire de Oliveira Neto está vendo
chegar hoje os seus 75 anos de idade. Que
tanto para ele como para nós, mossoroenses
e diocesanos de modo geral, vemos a data
como muito especial. Ele vem a ser o nosso
bispo diocesano há mais de 25 anos. E assumiu
justamente aqui de onde nunca saiu para
lugar nenhum. Aliás, a sua vida sacerdotal
foi cumprida praticamente toda ela por aqui.
A não ser alguns cursos realizados em Roma,
o então padre José Freire vem se desincumbindo
aqui da missão religiosa que abraçou desde
os seus primórdios. Do seu currículo fazem
parte atividades pastorais as mais diversas
e no seu apostolado como bispo de Mossoró
prevaleceu, dentre outras coisas, um vigoroso
e intenso programa catequético.
No dia
de hoje, além das homenagens justas e merecidas
que se farão ao prelado diocesano, justo
é relembrar que ele também atinge a idade
limite permitida pelo Vaticano para permanecer
como bispo de Mossoró. E a lógica mostra
que ele deverá renunciar ao posto e nele
permanecerá até que seja indicado o seu
substituto. Enquanto não, a diocese de Mossoró
vai consagrando esse homem que deu tudo
de si e de sua vida religiosa em favor da
causa que abraçou junto à Igreja Católica.
O mais importante a se sobressair hoje é
que o homenageado deste dia tem, reconhecidamente,
uma folha, e extensa, de serviços prestados
à religião que escolheu como certa.
Cidadão
de bem, circunscrito às suas atividades
religiosas, dom José Freire vem realizando
um apostolado que o credencia a ficar na
história como aquele prelado que priorizou
as atividades pastorais. Por isso, o seu
legado será de bem, e muito lembrado.
Por isso
tudo, todas as homenagens a ele direcionadas
neste dia pelos diocesanos de modo geral,
e pelos mossoroenses em particular, são
todas muito justas. Afinal de contas, todas
elas naturalmente têm o formato e o significado
de um agradecimento sincero da Mossoró que
o viu prosperar num verdadeiro e autêntico
trabalho de Igreja durante o bispado de
dom José Freire de Oliveira Neto. Nós nos
solidarizamos, portanto, a quantos o reverenciam
neste dia em que completa 75 anos de existência
e nos irmanamos a todos aqueles que o vêem
como um apascentador das ovelhas do rebanho,
um verdadeiro filho de Deus que hoje poderá
estufar o peito e dizer: missão cumprida.
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