2

 

 

 


 

A alfinetada do escritor

O professor Vingt-un Rosado, do alto da sua sapiência e da sua experimentada caminhada de quase 4 mil títulos pela Coleção Mossoroense, anda preocupado com o pouco valor que a nossa comunidade como um todo, principalmente a acadêmica, dá aos lançamentos literários e às iniciativas do gênero em nossa cidade. E não é sem razão.

Ele manifesta toda a sua indignação começando a se referir aos números incontestáveis que bem poderiam nos situar noutro patamar. Afinal de contas, 9 mil e 855 universitários em Mossoró e 469 professores, mas estes não dão sequer às caras, por exemplo, nas Noites de Autógrafos. O maior recorde de público num lançamento de livro em nossa cidade fez um autor vender 10 das suas publicações e outros ficam restritos a 3, 4, 5 ou 6. Convenhamos que são números díspares os que nos são mostrados nesse aspecto se considerarmos o destaque especial dado ao nosso mundo universitário.

O professor Vingt-un está com a razão. Mossoró é uma cidade reconhecidamente berço de escritores, de autores, enfim, de intelectuais que, infelizmente, são lidos e procurados pelo Brasil afora, mas, aqui, na sua cidade-natal, as respostas são infinitamente pequenas, quase nenhuma.

Certamente que os valores e a inteligência dos mossoroenses são muitos. O que eles necessitam é de um anteparo para que possam continuar exercendo a sua atividade precípua. Como se diz comumente que o artista do teatro lava a alma quando está em cena no palco, o escritor também se sente regozijado, recompensado quando toma conhecimento de que a sua obra é lida.

Mossoró precisa despertar para esse aspecto da sua vida cultural que, desta maneira, anda devagar, engatinhando, quase parando. Ouçamos a palavra e alerta de quem entende ou até de quem está por dentro do que seja talento e a sua difusão para a nossa sociedade. E esse se chama Jerônimo Vingt-un Rosado Maia. Ouçamo-lo enquanto é tempo. É a nossa recomendação.

Finalmente concluímos com a interrogação que dá título a uma plaquete publicada pelo patrono da Coleção Mossoroense, que indaga: “Em que estrela andam os 9.855 universitários da cidade de Mossoró e os seus 469 professores nas noites de autógrafos?

 

 .::HOME::.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EDITORIAS

Cotidiano

Economia

Esporte

Polícia

Política

Regional

Universo

OPINIÃO

Cid Augusto

Editorial

Emerson Linhares

Emery Costa

Giro pelo Estado

Laíre Rosado

Notas da Redação

Paulo Pinto

Rubens Coelho

Sérgio Chaves

Sérgio Oliveira

COLUNAS TEMÁTICAS

Assuntos do Comércio

Cinema em Foco

Direito em Pauta

Comentário Econômico

Mundo Digital

Nossa História

Cultura Americana

CIDADES

Alexandria

Areia Branca

Assu

Caraúbas

Macau

Médio Oeste

Patu

Pau dos Ferros

São Miguel

Umarizal

Vale do Apodi

SUPLEMENTOS

Empresa

Escola

Mais TV

EDIÇÕES ANTERIORES

ESPECIAIS

Chacina Prefeito

Barragem Santa Cruz

Vingt Neto

O JORNAL

Assinatura

Expediente

Histórico

Painel do Leitor

SERVIÇOS

102 ON-LINE

BANCO DO BRASIL

CAERN

CAIXA ECONÔMICA

COL. MOSSOROENSE

CORREIOS - CEP

COSERN

DETRAN

DICIONÁRIO ON-LINE

ESAM

FOLHA DIRIGIDA

GOVERNO DO ESTADO

HORÓSCOPO

IDEC

INDICADORES

RECEITA FEDERAL

TÁBUA DE MARÉS

TELEMAR

TRADUTOR ON-LINE

UERN

UFRN

 

 

 

 

 

 

ENQUETE

Você concorda com o programa Fome Zero?
Sim
Não
Votar
resultado parcial...

 

 

 

 

 

 

 

Mossoró-RN, quarta-feira, 9 de abril de 2003