2

 

 

 


 

Uma alternativa turística

Como se fora “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, com muita persistência, dedicação, esforço dos potiguares de modo geral, o nosso Estado do Rio Grande do Norte, com especial destaque para Natal, terminou se transformando numa alternativa turística importante no seio da região Nordeste. E isso se deu como resultado de um trabalho diuturno, de “formiguinha” mesmo, que levou anos, mas que a sua consolidação só veio de uns três anos para cá. O importante é que tendo alcançado esse relevante estágio na sua condução no rumo de se tornar uma alternativa turística, como de fato estamos chegando agora, é batalhar para se manter, numa etapa mais próxima crescer e espalhar essa idéia do turismo pelo restante do Rio Grande do Norte. E nesse caso se inclui a nossa Mossoró e o Oeste do Estado.

Mas, vamos aos números a que chegamos para se alcançar esse patamar. Em 1999, Natal possuía menos vôos em termos quantitativos do que Fortaleza, no vizinho Ceará. E mais: a tarifa dos hotéis cearenses era dobrada em relação aos nossos estabelecimentos hoteleiros e a ocupação das hospedagens do vizinho Estado era sempre superior à nossa.

Hoje, passados apenas três anos de uma árdua batalha, a cidade do Natal se equiparou com bons hotéis, assegurou hospedagens de primeiro mundo aos visitantes que procedem de outros países, passamos a um estágio de fino trato com esse pessoal que vem de fora e, daí, conquistamos uma importante fatia do mercado. Ganhamos em termos de diferencial e avançamos no tempo.

Para que se faça os devidos comparativos, um hotel de boa categoria que há três anos cobrava 135 dólares por uma diária em Fortaleza hoje cobra apenas 50 dólares e mesmo assim se ressente da presença de turistas.

Essas constatações servem bem para dimensionar o estágio que alcançamos nesse aspecto e que é bem possível que ele nos ofereça, definitivamente, uma posição de destaque no cenário nacional. Insistimos na tese de que, na rebarba desses acontecimentos, nossa região polarizada por Mossoró poderá tirar um bom proveito dessa situação. É só usarmos da capacidade que temos e da tenacidade que nos é peculiar para chegarmos lá. Claro, sem deixar de registrar que se torna imprescindível um empurrão governamental.

 

 .::HOME::.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EDITORIAS

Cotidiano

Economia

Esporte

Polícia

Política

Regional

Universo

OPINIÃO

Cid Augusto

Editorial

Emerson Linhares

Emery Costa

Giro pelo Estado

Laíre Rosado

Notas da Redação

Paulo Pinto

Rubens Coelho

Sérgio Chaves

Sérgio Oliveira

COLUNAS TEMÁTICAS

Assuntos do Comércio

Cinema em Foco

Direito em Pauta

Comentário Econômico

Mundo Digital

Nossa História

Cultura Americana

CIDADES

Alexandria

Areia Branca

Assu

Caraúbas

Macau

Médio Oeste

Patu

Pau dos Ferros

São Miguel

Umarizal

Vale do Apodi

SUPLEMENTOS

Empresa

Escola

Mais TV

EDIÇÕES ANTERIORES

ESPECIAIS

Chacina Prefeito

Barragem Santa Cruz

Vingt Neto

O JORNAL

Assinatura

Expediente

Histórico

Painel do Leitor

SERVIÇOS

102 ON-LINE

BANCO DO BRASIL

CAERN

CAIXA ECONÔMICA

COL. MOSSOROENSE

CORREIOS - CEP

COSERN

DETRAN

DICIONÁRIO ON-LINE

ESAM

FOLHA DIRIGIDA

GOVERNO DO ESTADO

HORÓSCOPO

IDEC

INDICADORES

RECEITA FEDERAL

TÁBUA DE MARÉS

TELEMAR

TRADUTOR ON-LINE

UERN

UFRN

 

 

 

 

 

 

ENQUETE

Você concorda com o programa Fome Zero?
Sim
Não
Votar
resultado parcial...

 

 

 

 

 

 

 

Mossoró-RN, quinta-feira, 10 de abril de 2003