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Sinte
reunirá trabalhadores para definir início
de greve
A
representação estadual do Sindicato dos
Trabalhadores na Educação (SINTE) reunida
ontem em Natal onde realizou mais uma assembléia
estadual de representantes, aprazou para
até o dia 30 de abril o diálogo entre a
entidade e a Secretaria Estadual de Educação,
diante das propostas referentes a campanha
salarial da categoria em 2003.
Segundo
o dirigente regional Aldeirton Pereira,
as definições obtidas são a de que até o
dia 29 de abril a representação estará nas
escolas estaduais mobilizando a categoria
com vistas à greve.
“Vamos
começar o processo de discussão nas escolas
e se até lá não obtivermos respostas da
secretaria, vamos decidir a data da greve
que devemos retirar em uma assembléia a
nível regional em Mossoró com os trabalhadores,
antes da assembléia estadual que ocorrerá
dia 30 de abril e deliberará o início da
greve”, explica Aldeirton.
O dirigente
explica ainda que a pauta de reivindicações
da campanha salarial 2003 foi entregue no
dia 8 de abril e trata de uma série de questões,
além do reajuste, do PCCS e das promoções
vertical e horizontal da categoria. No entanto,
o momento não se tem respostas.
Aldeirton
Pereira ressalta, inclusive, que a situação
foi posta claramente pela representação
estadual do Sinte, durante a realização
de uma audiência pública na última quarta-feira,
na Assembléia Legislativa, para tratar sobre
a educação, onde estiveram presentes a secretária
da Educação Rosália Carvalho, o promotor
público na área de Defesa da Educação, Raimundo
Sílvio Dantas.
Além de
expor a data para a deflagração da greve,
entidade e governo conseguiram acordar algumas
questões pendentes. Conforme Aldeirton,
sobre o pagamento do terço de férias - valores
que só foram repassados a uma parte da categoria
- que esta seria paga no contracheque dos
servidores da educação neste mês de abril.
No referente às horas extras, o pagamento
ficou acordado para maio.
Outro ponto
bastante discutido refere-se a questão da
escolha dos diretores e vice que estão sendo
nomeados para assumir as escolas no novo
governo. Conforme a representação, está
no estatuto do Magistério que estes diretores
e vices devem ser do quadro da educação
e a queixa foi encaminhada ao promotor de
Defesa da Educação.
“A orientação
do promotor é de que o governo estava nomeando
sem ser do quadro, mas o promotor pediu
que o Sinte levantasse os nomes de quem
não é da educação para ser entregue a ele.
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