EDITORIAS

:: Cotidiano

:: Economia

:: Esporte

:: Polícia

:: Política

:: Regional

:: Universo

OPINIÃO

:: Editorial

:: Notas da Redação

:: Laíre Rosado

:: Emery Costa

:: Pedro Carlos

:: Cid Augusto

:: Giro pelo Estado

:: Sérgio Oliveira

:: De Olho na Mídia

SOCIAIS

:: Paulo Pinto

:: Carol Fernandes

:: Clickvip

SOCIAL-CIDADES

:: A notícia é

:: Alexandria

:: Almino Afonso

:: Apodi

:: Areia Branca

:: Caraúbas

:: Macau

:: Patu

:: Pau dos Ferros

:: São Miguel

:: Umarizal

O JORNAL

:: Assinatura

:: Expediente

:: Histórico

:: Painel do Leitor

 

 

O DOMÍNIO DA VIOLÊNCIA

Os candidatos a presidente da República estão discutindo a violência em São Paulo. O ministro da Justiça e o secretário de Segurança trocam acusações mútuas, cada um responsabilizando o outro pela insegurança atual. A intransigência chega a ponto do governador recusar ajuda oferecida pelo presidente. Enquanto isso, a população fica mais assustada a cada dia que passa. No final, falta bom senso e o resultado poderá ser prejudicial a todos.

Felizmente, no Brasil ainda não existem problemas como o terrorismo externo. A Europa está assustada e vigilante. Depois do episódio do World Trade Center, em 2001, vários outros aconteceram em diferentes países. Ontem, foi a vez da Inglaterra ficar assustada. A polícia abortou um plano que pretendia explodir aviões em pleno vôo, o que se constituiria em um verdadeiro assassinato em massa. A Scotland Yard prendeu vinte e cinco suspeitos e o aeroporto de Heathrow, o maior de Londres e um dos maiores do mundo, permaneceu várias horas interditado. Seriam atingidos os aviões que saíam da Inglaterra com destino aos Estados Unidos.

A violência tem vários aspectos e diferentes reações. Os grupos terroristas denunciam a violência dos governos ocidentais, principalmente o norte-americano,articiparam ao Oriente Médio. Todos os países que apoiaram a invasão ao Iraque estão na mira do grupo Al Khaeda. São decisões tomadas por dirigentes de Estado que comprometem a vida do cidadão, mesmo não tendo qualquer responsabilidade com o caso.

Na esfera política, alguns cientistas analisaram a queda do candidato Geraldo Alckmin à campanha violenta contra o presidente Lula. Este, passando à condição de vítima, teria faturado mais alguns pontos na pesquisa de opinião de votos. Os coordenadores da campanha tucana, entretanto, pensam diferente. Resolveram que será necessário ampliar os ataques ao presidente Lula, vinculando-o às CPMIs e responsabilizando-o pelo caos na segurança em São Paulo. São interpretações diferentes sobre um mesmo tema. Na verdade, melhor seria a discussão de idéias para que o eleitor pudesse formar uma melhor opinião sobre seus candidatos.

Parece que no Rio Grande do Norte não será diferente. Há alguns dias que a imprensa vem direcionando suas baterias contra os candidatos, ou contra os governos, passados e atual, procurando incriminá-los por ações de improbidade. Pela Internet, as mensagens se multiplicam, de lado a lado, lembrando agressões passadas que de um momento para outro são transformadas em elogios e pedidos de votos. No meio de tudo isso há fatos verdadeiros e aleivosias sempre no sentido de prejudicar alguém. É uma pena que o processo, apesar do esforço, não tenha sido aperfeiçoado.

 

 

Copyright,© 2000-2006 - Editora de Jornais Ltda - Todos os direitos reservados
Site melhor visualizado em 800x600

contador, formmail cgi, recursos de e-mail gratis para web site