EDITORIAS

:: Cotidiano

:: Economia

:: Esporte

:: Polícia

:: Política

:: Regional

:: Universo

OPINIÃO

:: Editorial

:: Notas da Redação

:: Laíre Rosado

:: Emery Costa

:: Pedro Carlos

:: Cid Augusto

:: Giro pelo Estado

:: Sérgio Oliveira

:: De Olho na Mídia

SOCIAIS

:: Paulo Pinto

:: Carol Fernandes

:: Clickvip

SOCIAL-CIDADES

:: A notícia é

:: Alexandria

:: Almino Afonso

:: Apodi

:: Areia Branca

:: Caraúbas

:: Macau

:: Patu

:: Pau dos Ferros

:: São Miguel

:: Umarizal

O JORNAL

:: Assinatura

:: Expediente

:: Histórico

:: Painel do Leitor

 

 

Presídio federal já criou 310 novos empregos em Mossoró, diz secretário

 

O presídio federal, que está sendo construído no KM-14 da rodovia Mossoró-Baraúna, em terreno desmembrado da Penitenciária Agrícola Dr. Mario Negócio (PAMN), distante 20 quilômetros do centro da cidade de Mossoró, é responsável por novos postos de serviços e tem refletido positivamente na economia regional. A obra é um fator da elevada taxa de emprego no setor da construção civil local, que triplicou em relação ao ano passado.

De acordo com Leonardo Arruda Câmara, secretário estadual da Justiça e da Cidadania, 310 pessoas, entre engenheiros, técnicos em edificação, pessoal de escritório e operários estão trabalhando na construção do presídio, incluindo também 21 presos da PAMN, dentro do programa de ressocialização da Sejuc. Ainda existe uma equipe de fiscalização do Setor de Engenharia da Caixa Econômica Federal, que tem um engenheiro residente na obra.

"Não estão incluídos os empregos indiretos gerados pelos serviços que são terceirizados. Diariamente, à medida que os serviços avançam são admitidos novos operários", lembra Leonardo Arruda. Segundo a Empresa Construtora Venâncio Ltda, responsável pela construção do presídio, o número inicialmente previsto de 500 empregos para a obra será logo ultrapassado pela abertura de novas frentes de trabalho para a fase maior da concretagem que está se iniciando.

O secretário faz questão de ressaltar a importância do presídio federal e revela que não há motivos para pânico na população da região. "Essa moderna unidade é semelhante às penitenciárias de segurança máxima dos Estados Unidos, onde o índice de fuga e rebeliões é zero, pela forma como os apenados são albergados, em cubículos (celas) individuais e com toda a tecnologia de segurança. Serão apenas 200 vagas, com praticamente um agente penitenciário para cada detento".

Quando estiver funcionando, entre folha de pagamento e custeio, haverá um dispêndio mensal de R$ 2 milhões, aquecendo a economia regional. Serão quase 250 empregos federais. Na área da edificação, já existem três estabelecimentos prisionais com o terreno já direcionado para esse tipo de construção, o que não causará maiores transtornos, nem mesmo os ambientais. "A presença da unidade vai melhorar a segurança de todo o complexo e na região, pela presença de mais agentes e delegados da Polícia Federal e dos próprios agentes penitenciários e os guardas de suas muralhas", finaliza Leonardo Arruda.

 

 

Copyright,© 2000-2006 - Editora de Jornais Ltda - Todos os direitos reservados
Site melhor visualizado em 800x600

contador, formmail cgi, recursos de e-mail gratis para web site