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Rogério Marinho afirma que não está invadindo bases

 

O presidente da Câmara Municipal de Natal e candidato a deputado federal Rogério Marinho (PSB) declarou que as pessoas que o acusam de invadir bases de candidatos de Mossoró são ultrapassadas. "A questão de invasão de bases é dita por pessoas que pensam que o Rio Grande do Norte ainda está na época em que existiam feudos e guetos eleitorais. Essa perspectiva de que qualquer cidadão poder ter um curral eleitoral está ultrapassada", destacou.

Conforme Marinho, a conquista de adesões como as dos vereadores Júnior Escóssia (PFL), Benjamim Machado (PTB) e sargento Osnildo (PSL), que em tese deveriam apoiar a candidatura do deputado federal Betinho Rasado (PFL), não significa que ele estaria invadindo as bases de outros candidatos. "Aqui em Mossoró nós temos amigos e não cabos eleitorais, que nos ajudam nessa empreitada por acreditarem que a política pode ser um instrumento de ação positiva e estabeleceram conosco um laço de confiança através da Federação de Câmaras", justificou.

Ele creditou as conquistas de apoios em Mossoró como resultado de afinidade com os edis mossoroenses. "Nós nos colocamos como uma alternativa, não como renovação ou novidade, queremos resgatar valores antigos da política como ética e coerência. O Congresso Nacional precisa ser oxigenado, não somos contra ninguém, nem queremos tomar espaços, queremos ser julgados pela população", enfatizou.

Sobre as eleições, o presidente da Câmara Municipal da capital afirmou que a governadora está em ascensão eleitoral. "Eu não tenho dúvida de que estamos numa curva ascendente, a governadora Wilma de Faria estava em novembro com situação desfavorável nas pesquisas. A partir dessa data os números demonstraram uma curva ascendente dela e uma estagnação com uma variação para baixo de nosso principal adversário. Isso é resultado do fato da governadora ter ido às ruas pedir o julgamento de seu governo, mostrando o que fez", explicou.

O candidato avaliou como bom o seu desempenho nas últimas pesquisas publicadas pelos jornais. "Nós somos candidatos desde abril, mas já estamos em todas as pesquisas entre os oito mais votados. Isso é fruto de nosso trabalho que tem a ajuda de um grupo de amigos espalhados por todo o Estado. Eu acredito que em função do número de indecisos, em princípio do mês de setembro em virtude do horário eleitoral teremos um quadro mais delineado nas eleições proporcionais", analisou.

 

 

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