2

 

 

 


 


Governistas sempre governistas

Insistimos, por oportuno, na tese da reforma política com especial destaque para a reforma partidária no Brasil sob pena da nossa incipiente democracia se fragilizar tanto que poderá um dia se partir. Não dá mais para conviver com cenários de incoerência, de oportunismo, de exploração do bom senso dos cidadãos de bem praticado por alguns que enveredam pelos caminhos da vida pública não para prestar um serviço à sociedade, mas para tirar proveito pessoal, para si e para os seus. Os exemplos se multiplicam pelo Brasil afora e, no nosso Rio Grande do Norte, a coisa não poderia ser diferente.

E, se particularizarmos o quadro de Mossoró, iremos ver que aqui tem político que praticamente a cada eleição está num partido diferente. E a cada governo empresta o seu apoio. Isso não pode continuar. O que estamos observando é que no decorrer do processo político os nossos partidos têm a marca da fragilidade e nos períodos eleitorais aí é que essa vergonhosa situação se afirma cada vez mais.

Sem ter nada de pessoal contra o parlamentar mas, vamos exemplificar o caso do deputado Francisco José que, desde quando era vereador e, agora, chegando à Assembléia Legislativa, foi governo em todas as ocasiões. Embora que nos pleitos tenha sido eleito pela oposição, nas eleições ele se apresenta com uma posição, mas quando toma posse, já está noutra. É o caso presente onde foi eleito pelo PPB e já se apresenta como integrante do partido da governadora Wilma de Faria, o PSB. Assim foi com Fernando Freire. Então, nas eleições realizadas os fatos evidenciam esse quadro o que, convenhamos, de certa forma, depõe contra a nossa estrutura política na medida em que corrói os alicerces que devem servir de sustentação ao processo democrático. Exatamente porque corrói as vigas que deveriam dar sustentação à democracia. Essa é que deve ser a preocupação da sociedade como um todo e não apenas de quem seja adversário eventual de político A, B ou C.

O mais grave de tudo isso é que alguns dos nossos políticos assistem a tudo isso sinalizando que concordam com a situação e nada fazem para modificá-la. Sim, porque se estes apoiassem o projeto de reforma política os partidos no Brasil se tornariam fortes e respeitados pela firmeza de suas posições. E os que estão a eles filiados se enquadrariam na sua linha programática ou seriam punidos, dentre outras exigências por infidelidade partidária.

Propostas para a reforma política existem mo Congresso e se elas não são apreciadas ou votadas é porque não existe vontade política expressa apoiando-as. É de se esperar que o novo governo que aí está que diz que veio para mudar o Brasil, mostre serviço e aja nesse sentido. Afinal de contas, há o ditado que diz que quando o governo quer, tudo pode. Aguardemos.

 

 .::HOME::.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EDITORIAS

Cotidiano

Economia

Esporte

Polícia

Política

Regional

Universo

OPINIÃO

Cid Augusto

Editorial

Emerson Linhares

Emery Costa

Giro pelo Estado

Laíre Rosado

Notas da Redação

Paulo Pinto

Rubens Coelho

Sérgio Chaves

Sérgio Oliveira

COLUNAS TEMÁTICAS

Assuntos do Comércio

Cinema em Foco

Direito em Pauta

Comentário Econômico

Mundo Digital

Nossa História

Cultura Americana

CIDADES

Alexandria

Areia Branca

Assu

Caraúbas

Macau

Médio Oeste

Patu

Pau dos Ferros

São Miguel

Umarizal

Vale do Apodi

SUPLEMENTOS

Empresa

Escola

Mais TV

EDIÇÕES ANTERIORES

ESPECIAIS

Chacina Prefeito

Barragem Santa Cruz

Vingt Neto

O JORNAL

Assinatura

Expediente

Histórico

Painel do Leitor

SERVIÇOS

102 ON-LINE

BANCO DO BRASIL

CAERN

CAIXA ECONÔMICA

COL. MOSSOROENSE

CORREIOS - CEP

COSERN

DETRAN

DICIONÁRIO ON-LINE

ESAM

FOLHA DIRIGIDA

GOVERNO DO ESTADO

HORÓSCOPO

IDEC

INDICADORES

RECEITA FEDERAL

TÁBUA DE MARÉS

TELEMAR

TRADUTOR ON-LINE

UERN

UFRN

 

 

 

 

 

 

ENQUETE

Você concorda com o programa Fome Zero?
Sim
Não
Votar
resultado parcial...

 

 

 

 

 

 

 

Mossoró-RN, sábado, 12 de abril de 2003