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Fotos
de bunker de Saddam Hussein estão na Web
Imagens
do bunker de luxo do presidente do Iraque
Saddam Hussein estão disponíveis na Internet.
As fotos estão no site da Sheltex, onde
trabalha Karl Bernd, arquiteto alemão que
desenhou o bunker para o ditador iraquiano.
Construído
em 1982, o bunker tem 1.800 metros quadrados
e pode resistir a temperaturasa de até 300°,
graças às paredes de três metros de espessura.
“Ele agüentaria a explosão de qualquer bomba
conhecida não nuclear, e só um ataque direto
de um dispositivo atômico como o que atingiu
Hiroshima, em 1945, poderia destruí-lo”,
explica o arquiteto.
O bunker
de luxo custou cerca de US$ 66 milhões.
Nas fotos divulgadas na Internet, pode ser
visto o quarto presidencial, um esconderijo
e parte do sistema de ar condicionado. Duas
passagens subterrâneas permitem acessar
rapidamente o Rio Tigre, que atravessa o
solo iraquiano.
Bernd não
lamenta ter criado a fortaleza subterrânea
de Saddam Hussein. “Os bunkers não matam
ninguém. São um lugar para viver seguro,
respeitam às normas da Otan e resistem às
bombas”, completou.
Fotógrafo
lança site para prestação de serviços
O fotógrafo
gaúcho Mathias Cramer lançou o site Tempo
Real - Fotografia & Imagem, que está
no ar desde ontem. Destacam-se o visual
caprichado, a seção de Entretenimento e
a navegabilidade, além da prestação de serviços,
objetivo principal da nova página.
Na seção
Clientes, as empresas ou indivíduos atendidos
pela Tempo Real têm acesso ao banco de imagens
e dados exclusivo, mediante nome de usuário
e senha fornecidos pela empresa. No Banco
de Dados, informações gerais sobre todos
os eventos documentados desde 1980 em ordem
cronológica ou via busca por palavra-chave,
com galerias de fotos e dados sobre negativos
eventualmente disponíveis.
A seção
Portfólio traz imagens de acervo dos 23
anos de profissão do autor, organizadas
em galerias temáticas. Reportagens, ensaios
autorais e imagens de eventos de clientes
que autorizem a divulgação pública são encontradas
em Trabalhos Recentes. Na Sala de Imprensa,
veículos de comunicação e mídia gráfica
têm acesso às imagens para divulgação.
O Pix,
simpático bonequinho que é o personagem-mascote
do site, também convida o internauta para
visitar a seção Entretenimento, que oferece
jogos (memória e quebra-cabeça), postais,
papéis de parede e proteções de tela feitas
a partir das imagens de acervo.
Dados
de internautas podem ser entregues à polícia
O deputado
gaúcho Pompeo de Mattos, do PDT, apresentou
em plenário o projeto de lei 480/03, que
dispõe sobre o cadastramento dos usuários
de serviços de Internet e fornecimento dos
dados à autoridade policial. Segundo ele,
a exigência prevista na proposição vem dar
instrumentos para que as autoridades tenham
maiores possibilidades de combater delitos
e crimes cometidos pela Internet.
O parlamentar
defende um ponto polêmico: “o sigilo não
pode ser manto para encobrir criminosos.
Precisa ser suprimido, quando estiver em
jogo a vida, a saúde e demais direitos do
cidadão”. Trata-se de mais um legislador
indignado com a liberdade supostamente desmedida
no ambiente virtual. “Com a certeza do anonimato,
qualquer pessoa fala o que tem vontade em
salas de bate-papo ou envia todo tipo de
mensagem, sem pensar nas conseqüências”,
justificou, focando sua proposta no combate
à prática da pedofilia.
Pompeo
de Mattos explicou que várias denúncias
estão chegando ao Ministério Público (MP),
o qual tem determinado investigações, invariavelmente
no sentido de identificar as pessoas que
estão abastecendo a rede com material de
pedofilia. E, como exemplo prático, citou
a investida do MP-RJ que culminou na apreensão
dos equipamentos de 27 usuários da rede
mundial no Estado, que estava sendo utilizada
para a troca de imagens pornográficas de
crianças e adolescentes, “tendo como usuários
médicos, estudantes de medicina, geólogos,
contadores, empresários e até mesmo um pastor
evangélico, sendo estes, na maioria, de
classe média e moradores da parte nobre
da cidade”.
Empresas
processadas por vender cigarros na Web
O Estado
da Califórnia, nos EUA, processou cinco
empresas de Internet, acusando-as de venderem
cigarros a menores e por não pagarem impostos
estatais sobre o produto. A Procuradoria
Geral do Estado disse que as companhias
permitiam que menores comprassem cigarros
via Web utilizando os cartões de crédito
de seus pais.
Os processos
civis, iniciados no Tribunal Superior de
San Diego, pedem ao juiz para que penalize
as empresas de comércio eletrônico a um
total de 1 milhão de dólares em multas e
que a venda de cigarros a menores de 18
anos seja interrompida.
“Eles (os
empresários) têm que fazer mais do que perguntar
ao comprador se ele tem mais de 18 anos”,
disse o porta-voz da Procuradoria Geral
Tom Dresslar. “Há uma série de medidas para
garantir que menores não comprem cigarros”,
acrescentou.
Cerca de
2.000 menores começam a fumar diariamente
na Califórnia, de acordo com dados do processo,
e 80% do total começa a desenvolver cedo
hábitos regulares de fumo. A ação na Justiça
também pede o recolhimento de US$ 53,9 milhões
em impostos que não teriam sido pagos pelas
empresas que vendem cigarros na Internet
citadas na acusação.
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