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A
revolução do sonrisal
A gestão
pública é mesmo uma arte incompreendida,
ainda mais quando os opositores a determinado
governo ou desconhecem, ou não compreendem
ou simplesmente ignoram as boas iniciativas,
para tirar proveito político criticando
por criticar obras importantes executadas
de forma ousada, inovadora e responsável.
O que digo aqui, nas páginas do bravo O
Mossoroense, é na verdade uma repetição
daquilo o que escrevi para a revista "Coragem!",
do mês de março.
Acontece
que estou indignado com a oposição ao governo
da prefeita Rosalba Ciarlini Rosado (PFL).
Opa, eu disse Rosalba Ciarlini Rosado? Perdão,
mil vezes perdão, é que ainda não deu para
se notar a diferença entre as rosas. Mas
vamos ao que interessa: minha revolta com
esses oposicionistas chatos, que reclamam
de tudo, até mesmo da inovadora e irrepreensível
utilização de sonrisal como matéria-prima
em obras executadas pela prefeitura de Mossoró.
As críticas
injustas dizem respeito à avenida Lauro
Monte, cujo asfalto se desmanchou ao perceber
a aproximação do primeiro copo d'água, e
do Teatro Lauro Monte Filho, onde o teto
rachou na parte da frente, portas incharam
e algumas daquelas cadeirinhas de R$ 1,99
foram danificadas pela chuva. Preciso repetir
- e vou publicar a mesma coisa no "Espaço
Crônico" (www.cidaugusto.blog-se.com.br)
- porque o falatório oposicionista me enche
de asco.
Sensatos
são a nossa admirável Câmara de Vereadores
e o intrépido Ministério Público, que não
deram palavra sobre esses assuntos, compreendendo
que a utilização do sonrisal na obra pública
tem inclusive propriedades terapêuticas,
pois evita que o povo fique empachado ao
saber do custo de certas iniciativas bem-intencionadas,
sem falar na maravilha de se ver a prefeitura
trabalhando, construindo uma avenida e um
teatro novos a cada ano. Podre de chique!
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