EDITORIAS

:: Cotidiano

:: Economia

:: Esporte

:: Polícia

:: Política

:: Regional

:: Universo

OPINIÃO

:: Editorial

:: Notas da Redação

:: Laíre Rosado

:: Emery Costa

:: Pedro Carlos

:: Cid Augusto

:: Giro pelo Estado

:: Sérgio Oliveira

:: De Olho na Mídia

SOCIAIS

:: Paulo Pinto

:: Carol Fernandes

:: Clickvip

SOCIAL-CIDADES

:: A notícia é

:: Alexandria

:: Almino Afonso

:: Apodi

:: Areia Branca

:: Caraúbas

:: Macau

:: Patu

:: Pau dos Ferros

:: São Miguel

:: Umarizal

O JORNAL

:: Assinatura

:: Expediente

:: Histórico

:: Painel do Leitor

 

 

Acusados de assassinato ainda não foram julgados

 

Na manhã do dia 21 de outubro de 2004, o ex-despachante Wesley Thompson de Oliveira  Santos  saía  de  uma sala na Central do Cidadão e caminhava  em  direção  ao  seu carro, acompanhado da namorada Mirela Soares de Lima, quando foi surpreendido por uma pessoa que mencionou as seguintes palavras: "Você se lembra de mim", e em seguida passou a efetuar uma série de disparos, quatro deles contra a cabeça da vítima. Em seguida o assassino fugiu em um Gol cinza que estava estacionado nas proximidades da Central do Cidadão.

A morte de Wesley Thompson foi caracterizada pelos delegados Denis Carvalho da Ponte, Júlio Antônio da Rocha e Rubério Pinto Vieira, que investigaram o caso, como sendo vingança e indiciaram o cabo PM Wallace Tavares dos Santos e o soldado Cláudio Carvalho da Silva. O primeiro, responsabilizado por efetuar os disparos, e o segundo porque deu cobertura à fuga do acusado. Wallace teria sido reconhecido pela namorada da vítima, mesmo ele estando usando um boné para cobrir o rosto.

O inquérito instaurado para apurar o caso contém 171 páginas e se encontra na Justiça e os policiais se estão recolhidos no 2° Batalhão de Polícia Militar, em Mossoró. Na época do crime, em entrevista à imprensa, o cabo Wallace Tavares dos Santos, 41 anos, negou com veemência que tanto ele quanto o soldado Cláudio da Silva tivessem qualquer relacionamento com o caso. Ele destacou que no dia em que aconteceu o caso ele não se encontrava em Mossoró. "Eu estava de folga, pois havia trabalhado nas últimas eleições e o comandante concedeu dez dias de licença. Só porque disseram que o assassino era uma pessoa gorda não é necessário ser eu. Mirela, a noiva dele, não chegou a me reconhecer, apenas me achou parecido com o assassino", disse.

O cabo Walace era acusado de ter participado da morte do patrulheiro aposentado da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Pedro Lúcio dos Santos, ocorrida em fevereiro de 2002. Pedro Lúcio era pai do despachante Wesley Thompson, acusado de ter encomendado a morte do pai do cabo, o policial aposentado Luiz Tavares dos Santos. Ele foi assassinado na porta de sua casa, no bairro Redenção.

Morte de patrulheiro aposentado Pedro Lúcio  gerou uma seqüência de crimes em Mossoró

Na noite do dia 26 de fevereiro de 2002, dois homens tomaram de assalto um Pálio de uma pessoa no estacionamento do Hotel Thermas, em Mossoró. O Grupo Tático de Combate (GTC) efetuou diligências e saiu em perseguição aos desconhecidos pela BR-405. Na comunidade de Pedra Branca entraram por uma estrada carroçável encontrando o ex-patrulheiro Pedro Lúcio de Oliveira Santos, que retornava de uma fazenda para sua residência no conjunto Walfredo Gurgel, em Mossoró. A partir daí várias mortes ocorreram na cidade, todas de uma certa forma interligadas com o caso.

*O cabo Francisco Aisamaque, que à época da morte de Pedro Lúcio integrava o GTC, foi assassinado em frente ao colégio Eliseu Viana, com um tiro na cabeça.

*O policial Worton Tavares foi morto quando se encontrava no conjunto Redenção ao tentar intervir em uma confusão. Morte considerada pela família como encomendada.  

* O aposentado Luiz Tavares dos Santos, pai de Wallace e Worton, saía de sua casa, por volta das seis horas da manhã, quando foi surpreendido com vários tiros.

 

 

Copyright,© 2000-2006 - Editora de Jornais Ltda - Todos os direitos reservados
Site melhor visualizado em 800x600

contador, formmail cgi, recursos de e-mail gratis para web site