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Associação
erronêa no mercado digital
Por incrível que pareça,
ainda há empresas que ainda não investiram na sua imagem
eletrônica, ou seja, não possuem um site que a represente
no meio eletrônico.
Dentre as diversas
desculpas, a mais freqüente é a afirmação que o produto
que esta empresa fabrica ou comercializa não é vendável
pela Internet.
Eu não sei por que
muitos crêem que o objetivo em se ter um site é o aumento
imediato nas vendas de seus produtos.
Exceto para as lojas
virtuais, afirmar que um site aumenta diretamente as
vendas é um erro.
Seria a mesma coisa
afirmar que um panfleto publicitário fosse a certeza
do aumento nas vendas. Se isso fosse verdade, a cada
milheiro distribuído, a empresa conquistaria mil novos
clientes.
Imagine uma fábrica
que vende tratores. Provavelmente, nenhuma máquina seria
vendida diretamente pelo site, pois se trata de um produto
que requer uma negociação mais detalhada. Mas, com certeza,
toda a informação técnica do trator e os dados que demonstram
a qualidade e experiência que a empresa possui, pode
ser visto pelo site. Além disso, até o primeiro contato
pode ser efetuado via site. Sendo assim, a empresa ganharia
tempo e reduziria as fases de apresentação, sem gastar
o que geralmente gastaria em um contato pessoal.
Todo bom empresário
sabe que o difícil não é vender e sim conquistar o cliente.
E, com certeza este é um dos principais alvos das grandes
empresas - a fidelização de seus clientes.
Um site bem planejado
consegue aproximar o cliente da empresa, fazendo com
que ele se sinta participante dos acontecimentos. Informações
claras e objetivas, com uma "pitada" de marketing
facilitam a aceitação dos produtos e serviços, e fazem
com que o próximo passo seja uma consulta de produtos.
Outros fatores importantes e muito procurados são o
suporte e atendimento ao consumidor. Com isso, a marca
é fortificada e colabora, indiretamente, no aumento
das vendas.
O maior produto de
uma empresa deve ser sua própria marca. E, a única forma
de fortificá-la em uma mídia crescente e funcional é
investindo na criação de um bom site.
Brasil perde R$
30 bilhões por ano com pirataria
O Brasil perde R$ 30
bilhões por ano com o comércio de produtos piratas,
de acordo com a Receita Federal, porque a pirataria
não paga imposto, não dá lucro para empresa séria e
nem dá emprego para a população.
A venda de produtos
contrabandeados, pirateados e até roubados também invadiu
a Internet. É só clicar que os anúncios se multiplicam
com ofertas de produtos de grife.
De acordo com o Jornal
Hoje, um instituto que luta contra a pirataria já mapeou
40 sites que vendem produtos eletrônicos ou de informática
sem garantia de origem. Muitos dos endereços eletrônicos
têm sede fora do País.
As denúncias sobre
páginas na Internet com anúncio de produtos piratas
e contrabandeados são encaminhadas à polícia e para
a Receita Federal que também monitoram a rede de computadores.
Empresa lança óculos
para ver conteúdo multimídia
A Kowon coloca no mercado
coreano esta semana o MSP-209, um par de óculos para
ver vídeos em QVGA - perfeito para conteúdo multimídia
transmitido para dispositivos móveis. O aparelho, segundo
o fabricante, simula uma TV de 32 polegadas e sua bateria
de polímero de lítio dura oito horas entre uma recarga
e outra.
Com peso em torno de
60 gramas, o dispositivo vem com fones de ouvido inclusos
e vai custar, na Coréia, em torno de US$ 200. Europa,
Japão e China são mercados a serem atingidos no mês
que vem. Não há informação a respeito da disponibilidade
do MSP-209 em mercados como os Estados Unidos, mas a
empresa mencionou que uma versão VGA deve ser lançada
mais tarde, ainda este ano.
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