Mossoró-RN, domingo 14 maio de 2006

Associação erronêa no mercado digital

Por incrível que pareça, ainda há empresas que ainda não investiram na sua imagem eletrônica, ou seja, não possuem um site que a represente no meio eletrônico.

Dentre as diversas desculpas, a mais freqüente é a afirmação que o produto que esta empresa fabrica ou comercializa não é vendável pela Internet.

Eu não sei por que muitos crêem que o objetivo em se ter um site é o aumento imediato nas vendas de seus produtos.

Exceto para as lojas virtuais, afirmar que um site aumenta diretamente as vendas é um erro.

Seria a mesma coisa afirmar que um panfleto publicitário fosse a certeza do aumento nas vendas. Se isso fosse verdade, a cada milheiro distribuído, a empresa conquistaria mil novos clientes.

Imagine uma fábrica que vende tratores. Provavelmente, nenhuma máquina seria vendida diretamente pelo site, pois se trata de um produto que requer uma negociação mais detalhada. Mas, com certeza, toda a informação técnica do trator e os dados que demonstram a qualidade e experiência que a empresa possui, pode ser visto pelo site. Além disso, até o primeiro contato pode ser efetuado via site. Sendo assim, a empresa ganharia tempo e reduziria as fases de apresentação, sem gastar o que geralmente gastaria em um contato pessoal.

Todo bom empresário sabe que o difícil não é vender e sim conquistar o cliente. E, com certeza este é um dos principais alvos das grandes empresas - a fidelização de seus clientes.

Um site bem planejado consegue aproximar o cliente da empresa, fazendo com que ele se sinta participante dos acontecimentos. Informações claras e objetivas, com uma "pitada" de marketing facilitam a aceitação dos produtos e serviços, e fazem com que o próximo passo seja uma consulta de produtos. Outros fatores importantes e muito procurados são o suporte e atendimento ao consumidor. Com isso, a marca é fortificada e colabora, indiretamente, no aumento das vendas.

O maior produto de uma empresa deve ser sua própria marca. E, a única forma de fortificá-la em uma mídia crescente e funcional é investindo na criação de um bom site.

Brasil perde R$ 30 bilhões por ano com pirataria

O Brasil perde R$ 30 bilhões por ano com o comércio de produtos piratas, de acordo com a Receita Federal, porque a pirataria não paga imposto, não dá lucro para empresa séria e nem dá emprego para a população.

A venda de produtos contrabandeados, pirateados e até roubados também invadiu a Internet. É só clicar que os anúncios se multiplicam com ofertas de produtos de grife.

De acordo com o Jornal Hoje, um instituto que luta contra a pirataria já mapeou 40 sites que vendem produtos eletrônicos ou de informática sem garantia de origem. Muitos dos endereços eletrônicos têm sede fora do País.

As denúncias sobre páginas na Internet com anúncio de produtos piratas e contrabandeados são encaminhadas à polícia e para a Receita Federal que também monitoram a rede de computadores.

Empresa lança óculos para ver conteúdo multimídia

A Kowon coloca no mercado coreano esta semana o MSP-209, um par de óculos para ver vídeos em QVGA - perfeito para conteúdo multimídia transmitido para dispositivos móveis. O aparelho, segundo o fabricante, simula uma TV de 32 polegadas e sua bateria de polímero de lítio dura oito horas entre uma recarga e outra.

Com peso em torno de 60 gramas, o dispositivo vem com fones de ouvido inclusos e vai custar, na Coréia, em torno de US$ 200. Europa, Japão e China são mercados a serem atingidos no mês que vem. Não há informação a respeito da disponibilidade do MSP-209 em mercados como os Estados Unidos, mas a empresa mencionou que uma versão VGA deve ser lançada mais tarde, ainda este ano.

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