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Exportação
continua em alta mesmo sem petróleo
O Rio Grande
do Norte manteve mais uma vez o crescimento
das exportações durante o último mês de
maio, tendo como exceção o petróleo. Dados
da balança comercial e da Secretaria do
Desenvolvimento Econômico (SEDEC) asseguram
ao Rio Grande do Norte crescimento nas exportações
nos últimos cinco primeiros meses do ano
e, novamente, o Estado manteve o crescimento
de suas vendas externas, desta vez em 23,6%
em relação ao mesmo período anterior. No
acumulado do ano, as exportações já somam
US$ 135 milhões, excluindo o petróleo que
se mantém estável em 2005, de acordo com
a política de exportação da Petrobras (neste
ano foram exportados apenas US$ 17 milhões
em petróleo, contra US$ 87,9 milhões também
nos primeiros meses de 2004).
Os melhores
resultados ficaram por conta do açúcar,
com aumento de 500,7% em relação ao ano
anterior; da melancia (+187,9%); da manga
(+165,7%) e do granito (+112,6%). As chapas
de plástico, com um aumento de 162,2%, em
apenas cinco meses, chegando a US$ 6,2 milhões
exportados, já ultrapassaram o valor de
todo o ano de 2004.
Dentre
os principais produtos exportados até agora,
16 tiveram crescimento em relação ao ano
que passou. Na fruticultura temos: o melão,
a castanha de caju, a banana, a manga, a
melancia e o mamão. No setor têxtil/confecções
temos: o t-shirt, os tecidos e as roupas
de cama. No setor de pescado temos: a lagosta.
Já no setor
mineral o destaque vai para o granito. Da
atividade extrativista, a cera de carnaúba
e ainda o sal estão como os principais.
No setor industrial temos ainda as chapas
de plástico e os sacos para embalagem.
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