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Vírus atinge 88% das
empresas
Em uma pesquisa conduzida
pela Information Security Magazine, 88% dos entrevistados afirmaram que
foram infectados ou sofreram algum tipo de incidente causado por um vírus
ou um worm nos últimos 12 meses.
O nível de infecção é
preocupante dado que 90% dos entrevistados afirmaram que sua
infra-estrutura de segurança é atual e preparada.
Além disso, a pesquisa
comprovou que o número de empresas que reportaram incidentes de
segurança dobrou em relação ao ano passado.
Hacker contra terrorismo
O conhecido
"Kimberly Schmitz", um hacker alemão que ficou famoso por suas
façanhas nos anos 80 e ficou rico com sua empresa de segurança (kimble.org),
está patrocinando um grupo de hackers para atacar todas as fontes de
terrorismo on-line.
O grupo, denominado YIHAT
(WHITE-HAT), tem por missão encontrar fontes financeiras de suporte ao
terrorismo, e foi fundada logo após os eventos do dia 11 de setembro.
Causa nobre ou não,
durante esta semana, 13 sites foram desfigurados por crackers que clamaram
ter alguma participação no YIHAT. Por coincidência, um dos sites
pertencia a uma empresa que tinha escritórios no World Trade Center.
O hacker mora ao lado
49% dos sistemas de
segurança são violados por funcionários
Em pesquisa feita por uma
revista americana, 49% das empresas já tiveram seus sistemas e/ou
equipamentos danificados ou até mesmo roubados por funcionários. No ano
passado, esse percentual era 42%. Quanto a sabotagens eletrônicas, os
executivos ouvidos afirmam que 22% já foram roubados ou sabotados
eletronicamente por funcionários dois pontos percentuais mais que no ano
2000.
O uso ou instalação de
softwares não autorizados também caiu dois pontos de 2000 para 2001: 76%
contra 78%.
O uso do computador para
atividades ilegais ou comunicações ilícitas cresceu três pontos: de
60% para 63%. O uso dos recursos tecnológicos da empresa em benefício
próprio caiu significativamente: de 60% para 50%.
Os sabotadores também se
encontram em cargos de supervisão ou controle de sistemas. A pesquisa
mostra que 58% praticaram abuso de poder, contra 56% em 2000.
A instalação de
hardware e periféricos sem autorização também cresceu: de 47% para
54%. As fraudes aumentaram de 9% para 13%.
Pirataria
Muitos, pela ignorância,
são enganados sem saber. Outros, pela própria ganância, também são
enganados, mas, pensando que estão obtendo vantagens, não entendem os
perigos e as implicações do uso de softwares piratas em seus
computadores. O uso de programas irregulares, uma verdadeira febre em todo
o mundo, atinge níveis alarmantes que, apesar de todas as campanhas
educativas e do aumento da repressão, cresceu em 2000 um ponto percentual
em relação a 1999 e equivalia a 37% dos softwares instalados nas
máquinas do planeta.
O Brasil deu à
indústria do software um prejuízo de US$ 325 milhões em 2000, mantendo
inalterada sua taxa de 58% de pirataria de software. Onde sua empresa pode
ver-se envolvida nesta questão? As possibilidades são muitas e todos os
dias empresários e corporações se vêem as voltas com perícias que
demonstram a falta de controle do que está em seus computadores.
Recentemente, uma empresa
do setor de calçados foi apontada como usuária de software pirata, após
a constatação da existência em seus 260 computadores de 357 programas
sem licenças de uso, ensejando um processo na Justiça, iniciado por
três empresas multinacionais de software que estavam entre as lesadas. Em
junho mais 24 empresas foram denunciadas por uso e venda irregular de
software e é interessante notar que mais de 50% destas empresas atuava
exatamente no setor de informática, o que afasta o desconhecimento.
Porém, muitas vezes a
empresa ou seus responsáveis sequer sabem que seus empregados estão
utilizando programas piratas nos computadores, comprometendo não apenas
as máquinas e o andamento regular do serviço em suas estruturas
empresariais, mas também colocando em jogo a saúde financeira da empresa
e seu nome no mercado.
Encolhendo o micro
Físicos que descobriram
um novo estado da matéria ganham o Prêmio Nobel. Eles congelaram a
matéria em um estado puro e o resultado deverá encolher muitos os
computadores e aumentar a potência. Três físicos que "fizeram
átomos cantarem" ganharam o Prêmio Nobel de Física de 2001 na
terça-feira, por congelarem a matéria em um novo estado, que poderia
ajudar na produção de computadores microscópicos e revolucionar a
orientação de aeronaves.
Os norte-americanos Eric
Cornell e Carl Wieman e o alemão Wolfgang Ketterle dividem o prêmio de
US$ 1 milhão por criarem uma forma da matéria que é extremamente pura e
coerente, da mesma maneira como os raios laser são um tipo puro de luz.
A tecnologia desenvolvida por eles pode
criar lasers de átomos que podem, no futuro, ajudar a projetar circuitos
de computadores microscópicos muitas vezes menores que os já existentes
hoje, permitindo a construção de equipamentos extremamente rápidos,
compactos e potentes. Os lasers de átomos também poderiam permitir
sistemas de orientação e medidores de gravidade mais exatos,
identificando a posição de aviões e do espaço aéreo com precisão de
centímetros.
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