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Indicação
de Anchieta ganha força dentro do wilmismo
LUÍS
JUETÊ Da Editoria de Política
A
dança dos cargos continua mexendo com as
estruturas de apoio do governo wilmista.
Como se não bastasse a disputa travada entre
o vereador Renato Fernandes (PSB) e o grupo
político liderado pela prefeita Rosalba
Ciarlini e o ex-deputado Carlos Augusto,
o edil pessebista agora é alvo de críticas
também por parte de militantes do PDT de
Mossoró.
“Ele (Renato)
tem ido com sede demais ao pote. Além de
querer todos os cargos do governo do Estado
em Mossoró, ele vem tentando “queimar” pessoas
que também apoiaram Wilma desde o início,
como foi o nosso caso”, disse uma fonte
ligada ao PDT de Mossoró em contato com
a reportagem de O Mossoroense na tarde de
ontem.
Justamente
pela forma como Renato Fernandes vem agindo
na disputa por cargos em Mossoró, segundo
informações da fonte pedetista, vem abrindo
cada vez mais espaço para o presidente do
diretório municipal do PDT, advogado Anchieta
Alves, que em detrimento ao projeto de Renato,
está com a cotação em alta para assumir
a Superintendência Regional do Oeste.
RESPALDO
– A indicação de Anchieta para a superintendência
ganhou força nas últimas semanas. A fonte
revelou que o presidente local do PDT e
a sua filha – a advogada Cristiane Alves,
conversaram demoradamente com o presidente
estadual do PDT, secretário Leonardo Arruda.
O assunto, de acordo com a fonte, foi justamente
a sua possível indicação para a Superintendência
Regional do Oeste. Outro reforço importante
para a sua indicação é o apoio - mesmo que
apenas nos bastidores, do rosalbismo, que
pelo fato de ter sido contemplado com uma
pasta no primeiro escalão, enxerga com bons
olhos o nome de Anchieta, que apesar de
pertencer a oposição municipal, sempre manteve
um bom relacionamento com o rosalbismo.
A reportagem
não conseguiu manter contato com o advogado
Anchieta Alves, mas pessoas ligadas a ele
informaram que durante a conversa com Leonardo
Arruda ele disse que aceita o cargo, mas
prefere que a escolha seja feita através
de consenso entre os partidos que formam
a base wilmista.
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