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A governadora Wilma
de Faria (PSB) criticou as indefinições sobre o destino
do senador Fernando Bezerra (PTB). Conforme a chefe
do Executivo estadual, elas estão impedindo a formação
da chapa majoritária do grupo governista. "Atrapalham
com certeza porque a gente precisa de definições urgentes,
o povo deseja que as pessoas tomem posição", declarou.
A governadora criticou
também a postura de Fernando Bezerra que se recusa a
definir um posicionamento. "O político não pode
nunca ficar em cima do muro, tem que começar a se definir
e ter a capacidade de fazer uma avaliação o mais rápido
possível", disse.
Sobre a definição de
quem apoiará para o Senado, entre o presidente da Assembléia
Legislativa, Robinson Faria (PMN), ou Fernando Bezerra,
Wilma preferiu desconversar afirmando que a decisão
deve ficar para o período das convenções. "As definições
ficam para o dia das convenções através da ação e da
discussão que vai existir entre o nosso partido e os
outros partidos da base aliada. É uma coisa que não
está fechada, não tem nada radical", destacou.
Wilma comemorou o fato
de seu agrupamento possuir dois nomes prontos para disputar
o Senado. "Isso mostra que o nosso grupo está crescendo,
tem muita vitalidade com muitas opções de nomes bons
que merecem o respeito e a atenção da governadora e
do povo do Rio Grande do Norte", frisou.
A declaração de Wilma
de Faria mostra que o nome de Robinson Faria ganha força
mesmo com Fernando Bezerra aparecendo em primeiro lugar
nas pesquisas de intenção de voto para o Senado, com
29,06% contra 24,41% do ex-senador Geraldo Melo (PSDB)
e 16,47% da ex-prefeita Rosalba Ciarlini. O presidente
da Assembléia conta com apenas 6%, mas diante do cenário
que a pesquisa apresenta de votos indefinidos, ele tem
amplas possibilidades de aproveitar os espaços.
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