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Poesia
nossa de cada dia
"Gastei uma hora
pensando em um verso que a pena não quer escrever. No
entanto ele está cá dentro inquieto, vivo. Ele
está cá dentro e não quer sair. Mas a poesia deste
momento inunda minha vida inteira."
Poesia - Drummond
Sinceramente não sei
o que seria de mim se não fosse a poesia.
Ela que é a minha refeição
mais saudável, alimento da alma e do coração, porque
o corpo, o corpo apenas me serve para carregar o peso
dos pecados.
Sem a poesia eu penso
que seria uma espécie de Minotauro às avessas, meio
gente e meio nada, cabeça de bicho e alma de coisa alguma.
Penso que sem a poesia,
nada em minha vida faria razão, porque me faltaria sempre
algo nas poucas conquistas e na hora da queda, faltaria
ela, a forma de dizer, aquilo que me completa sempre,
a poesia.
Meninos poetas, mãos
à obra.
Poesia em qualquer
tempo, hoje e sempre, na chuva ou ao sol, no amanhecer
ou ao cair da tarde, na hora do gozo ou na solidão dos
lençóis.
Poesia, porque se faz
preciso, porque nela residem os sonhos, mesmo aqueles
vãos necessários, aqueles sonhos de nada, sonhos de
pó.
Poesia, meus poetas,
poesia em todos os tempos.
...et
cetera e coisa e tal...
O conde Rubens Coelho
lançará no próximo dia 21, na Livraria Café e Cultura,
a segunda edição do seu livro "Precedentes e Verdades
Históricas". Na ocasião acontecerá também a primeira
edição do Dia Vinte e Um, idealizado pelo ICOP em homenagem
ao professor Vingt-un Rosado.
E seguem as homenagens
ao grande mecenas da cultura mossoroense. No dia 17,
a Academia Paraibana de Letras promoverá um painel literário
abordando a obra de Vingt-un. Um grupo de escritores,
liderados pelo professor Wilson Bezerra de Moura, comparecerá
ao evento.
Meus agradecimentos
ao amigo Alguiberto, de Luís Gomes, pela acolhida e
pelo apoio ao lançamento do meu livro na última terça-feira.
Na volta, tive o prazer de conhecer o sítio Mata Seca,
lugarejo onde nasceu o artista plástico Laércio Eugênio.
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