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Viaturas
policiais têm abastecimento cortado
O
caos na segurança pública de Mossoró, que
há poucas semanas afetava a Polícia Militar
que não tinha combustíveis para colocar
as viaturas em circulação, contaminou na
última segunda-feira a corporação civil.
Os postos de combustíveis autorizados pela
Secretaria de Defesa Social (SDS) cortaram
o abastecimento. A determinação vem gerando
um certo descontentamento nos meios sociais
locais.
A crise,
por sua vez, não provocou uma paralisação
completa na prestação de serviços das duas
corporações porque o tenente-coronel Elias
Cândido de Araújo e o bacharel Renato Batista
da Costa, respectivos comandantes do Segundo
Batalhão de Polícia Militar (II BPM) e Segunda
Delegacia Regional de Polícia Civil (2ª
DRPC), negociaram uma nova forma de abastecer
as viaturas para que a polícia não pare.
Os carros
do II BPM estão sendo abastecidos, provisoriamente
no Posto Maranata, enquanto os da Polícia
Civil contam com a contribuição da Petróleo
Brasileiro S/A (Petrobras) e com outras
empresas do ramo. Em contato com O
Mossoroense,
um agente de polícia disse que a cota ofertada
é pequena para que os serviços de ordem
judiciária sejam efetivados.
“Ora se
antes, mesmo contando com combustível era
difícil se trabalhar, imagine agora que
nem isso se tem mais”, desabafou.
Não é só
a falta de combustível que vem prejudicando
o trabalho da polícia em Mossoró. As nove
delegacias civis existentes na cidade, incluindo
a Segunda Regional e a Divisão de Polícia
do Oeste (Divipoe), estão com os telefones
cortados e apenas recebendo ligações.
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