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A orientadora itinerante
do Centro Regional de Educação Especial de Mossoró (CREEM),
Dulcineide Amorim, disse que nós últimos anos a educação
de deficientes está evoluindo e os termos específicos
estão aparecendo, dando como exemplo a Tecnologia Assistiva
(TA).
Dulcineide afirma que
esse novo termo busca facilitar a vida do 'especial',
transformando os objetos para proporcionar maior independência,
qualidade de vida e inclusão social. "Para os andantes
é simples ligar ou desligar um aparelho de televisão.
Para um cadeirante a questão é diferente. Aí vem o controle
remoto, que irá servir de TA para os deficientes físicos",
explica a orientadora.
Ela informou que a
cada dia os avanços na busca e invenção de formatos
e modelos especiais dos utensílios são cada vez maiores.
"Diversas formas especiais e métodos de lidar com
os deficientes estão sendo estabelecidas dia após dia.
Atividades praticamente impossíveis aos deficientes
são hoje algo comum, como a utilização do computador
por cegos", diz a professora.
A orientadora itinerante
disse estar disposta a fazer esclarecimentos para as
escolas locais que buscarem métodos de inclusão de deficientes,
levando materiais de utilização à rede de ensino gratuita
e privada. Ela concluiu dizendo que os avanços são diversos,
mas que alguns objetos ainda possuem preços elevados,
o que dificulta o acesso das camadas mais baixas.
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