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Agripino
vice-presidente
O Rio Grande do Norte
ja teve Café Filho com.o vice-presidente da república.
Depois, outros nomes tentaram viabilizar suas pretensões,
sem sucesso. O caso mais recente foi a do deputado Henrique
Alves, que procurou, mas não conseguiu ser indicado
como companheiro de José Serra, nas últimas eleições.
Deu no que deu.
No momento, o nome
da vez é o do senador José Agripino. A diferença é que
ele tem recebido reciprocidade do PSDB e conta com a
simpatia do próprio candidato do partido, governador
Geraldo Alkmin. Em outras palavras, ficou mais próximo
de realizar seu desejo de ser candidato a vice-presidente
da república. Fosse Serera o escolhido e o candidato
seria o senador Jorge Bornhousen.
Os pefelistas têm motivo
para comemorar. O PSDB local, da mesma maneira. Não
dá para entender a satisfação do PMDB. A retirada da
candidatura de Agripino ao governo do estado não fortalece
o nome da candidatura de Garibaldi Alves. O PMDB, com
candidato a presidente, com a manutenção da verticalização,
tentará amnular as prévias, marcadas para este final
de semana. Caso contrário, não será possivel a aliança
entre os dois partidos, aqui no estado.
Para o PFL, também
haverá dificuldades. A saida de Agripino da sucessão
estadual trará dificuldade para a escolha de candidatos,
pois nenhuma liderança foi preparada para essa disputa.
Como no PMDB, que só tem Garibaldi, no PFL, só existe
o nome de Agripino. Qualquer um outro irá para o sacrifício.
Na política local,
o mais difícil para as oposições é que o PMDB somente
poderá coligar com o PFL e o PSDB se não apresentar
candidato a presidente. Realizada a prévia do partido,
o fato estará consumado. Se conseguirem implodi-la,
o quadro poderá ser modificado.
Ser difícil ao PMDB
ePFL locais fazerem suas alianças, mudando totalmente
a estratégia pré-estabelecida. Mesmo assim, isso poderá
mudar. A costura foi iniciada, pois todos apostam em
Agripino na chapa de Alkmin.
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