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Presidente
do Meios/RN diz que o ‘Barriga Cheia’
terá continuidade no governo wilmista
LUÍS
JUETÊ Da Editoria de Política
A
presidente do Movimento Estadual de Integração
Social do Rio Grande do Norte, (MEIOS/RN),
Ana Cristina de Faria Maia, esteve visitando
o município na manhã de ontem, acompanhada
por uma equipe do órgão. Segundo ela, o
objetivo erá conhecer de perto as estruturas
que integram o Meios/RN em Mossoró.
“Nós viemos
para Mossoró com uma equipe do Meios para
conhecer as unidades que integram o órgão,
como creches e centro de convivência e centros
profissionalizantes, para vermos a situação
em que se encontra e tomar as providências
que forem necessárias”, explicou Ana Cristina
em entrevista exclusiva a O Mossoroense.
Ana Cristina
visitou pessoalmente o restaurante popular
Barriga Cheia, além de fazer uma inspeção
na cozinha como também em outras dependências
do restaurante. Logo após a vistoria, a
presidente do Meios/RN anunciou que a governadora
Wilma de Faria não só irá dar continuidade
ao programa como também pretende ampliá-lo
em Mossoró, instalando mais uma unidade
do restaurante popular em solo mossoroense.
“Nós iremos
continuar o programa do restaurante popular
‘Barriga Cheia’, inclusive ampliando o raio
de ação”, afirmou Ana Cristina, acrescentando
que já existe a expectativa do novo governo
estadual em ampliar inicialmente as unidades
do restaurante em Natal.
“Nós vamos
fazer um estudo, que possivelmente acarretará
na instalação de mais um restaurante ‘Barriga
Cheia’ em Mossoró”, completa.
Além do
‘Barriga Cheia’, Ana Cristina disse ainda
que o Meios deverá revitalizar o centro
profissionalizante do órgão que existe em
Mossoró, promovendo assim qualificação profissional,
facilitando o ingresso de pessoas no mercado
de trabalho.
“Além de
promovermos vários cursos, nós também iremos
alavancar o setor artesanal do município,
que hoje praticamente não existe em Mossoró,
além disso temos várias outras idéias que
colocaremos em prática”, revelou Ana Cristina,
informando que as propostas deverão ser
colocadas em prática em médio e longo prazo.
Segundo ela, o tempo é necessário para que
o novo governo tome ciência da situação
do Estado.
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