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Internet:
solidão ou globalização?
Há quem pregue que
a Internet chegou para unir os povos, expor idéias,
trocar informações diversas, unir raças, credos e culturas.
Em contrapartida, há aqueles que a vêem com outros olhos,
alegando que a medida em que as pessoas "se conectam"
a virtualidade, deixam de existir na realidade. Hoje,
gasta-se muito mais horas "plugadas" do que
no convívio social propriamente dito.
Ao mesmo tempo que
"a rede" liga as pessoas dos mais diferentes
países, acaba afastando as mais próximas. É comum os
mais tímidos se soltarem virtualmente, criando personagens
que não expressam suas realidades, mas até que ponto
isso é bom e saudável? A medida que os personagens são
criados e explorados nas conversas virtuais, aquela
pessoa que se entrega a esse personagem, se fecha cada
vez mais para a realidade. Uma coisa pode compensar
a outra, mas então onde ficará o seu "eu"
verdadeiro? Certamente mais solitário. As relações interpessoais
se resumem a textos, ao teclado, a tela à sua frente,
e só. Mas ora, os seres humanos não foram criados para
isso e a tecnologia não deveria ter surgido para "separar"
os povos. Essa questão é muito relativa, pois a Internet
une e separa ao mesmo tempo, mostra e esconde na mesma
medida.
De qualquer forma,
penso que ainda somos seres humanos, conectados por
veias, por onde o sangue passa, fazendo pulsar nossos
corações. A integração social se faz necessária sempre,
seja ela em qualquer época. Falo de relação "cara-a-cara",
muito mais humana do que a relação virtual, que é fria,
dissimulada e irreal. Não prego o retrocesso da tecnologia,
pelo contrário, acredito que ela possa algum dia unir
os povos, em busca de um mesmo ideal: a paz e a harmonia.
Mas a tecnologia deverá ser apenas um utensílio para
a conquista desse ideal, e não o instrumento principal.
Mouse sem fio traz
10 botões de atalho
A Clone, fabricante
e distribuidora de produtos de informática, lançou no
Brasil um modelo de mouse óptico sem fio com 10 botões.
Além dos cliques normais, os botões adicionais controlam
funções de navegação na web e atalhos para encerrar
programas ou acionar funções usadas com mais freqüência
pelo usuário.
O mouse tem 800 dpis
de resolução, o que significa um movimento mais preciso
nas mais variadas aplicações. Outra vantagem é que ele
usa pilhas recarregáveis, que podem ser energizadas
em uma base que acompanha o aparelho. Um software que
acompanha o conjunto permite customizar funções de alguns
dos botões de acordo com a preferência do usuário. O
produto é compatível com as versões 98, ME, 2000 e XP
do Windows, e tem preço sugerido de R$ 95,00. O site
da Clone fornece mais detalhes do acessório e a lista
das revendas onde ele pode ser encontrado.
Televisão em 3D
dispensa o uso de óculos
A empresa húngara Holografika
desenvolveu uma tela para televisão em três dimensões.
O dispositivo não necessita de óculos ou posicionamento
especial para exibir uma verdadeira visão em 3D.
A companhia desenvolve
tecnologia holográfica e em três dimensões, que podem
servir como base para uma futura televisão. O sistema
HoloVizioTM oferece uma visão natural para vários espectadores
simultâneos.
O presidente executivo
e fundador da Holografika, o engenheiro húngaro Tibor
Balogh, fez a apresentação do produto.
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