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Fruticultores
poderão exportar xarope de mamão
Os
produtores de mamão do Rio Grande do Norte
abrem novas perspectivas de negócios com
o surgimento do xarope da fruta, um nicho
do agribusiness ainda inexplorado no país,
mas com compradores certo.
O consumo
de xarope de mamão tem crescido entre os
consumidores dos países europeus e asiáticos.
O maior fornecedor disparado desse novo
produto é o Havaí, nos Estados Unidos.
“Isso vale
ouro no mercado externo”, destaca entusiasmadamente
Luiz Soares, presidente da Associação dos
Produtores e Exportadores de Frutas Tropicais
Irrigadas (PROFRUTAS).
A Faculdade
de Engenharia de Alimentos em Campina foi
encarregada de desenvolver um xarope semelhante
com o mamão papaya, variedade mais cultivada
pelos produtores no Rio Grande do Norte,
onde recebe o nome de formosa.
CONSUMO
– O consumo de xarope de mamão tem crescido
graças as suas propriedades terapêuticas.
O concentrado da fruta tem sido encontrado
em larga escala no exterior, mas apenas
na variedade havaí.
Os produtores
e exportadores da fruta aguardam agora o
resultado da análise no laboratório de Campinas
para investir na produção do mamão papaya
em xarope. O mamão foi o item da pauta de
exportação potiguar que mais cresceu em
2002.
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