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Reformas
Até hoje,
a opinião pública é unânime quanto a necessidade
de se promover a reforma tributária e a
reforma previdenciária. Todos são a favor.
As opiniões divergem quando elas atingem
os interesses particulares. Tanto isso é
verdade, que os militares e os servidores
da Justiça já disseram que não aceitam qualquer
modificação em seus setores. Os parlamentares,
da mesma forma, querem continuar com a sua
previdência, não aceitando os tetos que
o governo pretende estabelecer.
Em anos
anteriores, esses servidores tinham no Partido
dos Trabalhadores sua grande bandeira de
defesa. Hoje, é um governo socialista que
entende que a mudança se faz necessária,
para garantir o futuro do país. Como a oposição
de hoje era o bloco reformista de ontem,
todos acreditam que será fácil aprovar as
propostas que o governo desejar. Afinal
de contas, elas representam a cópia daquilo
que foi proposto no governo anterior.
A
cobrança de contribuição previdenciária
de servidores aposentados foi proposta mais
de uma vez pelo governo FHC. Foi derrubada
em plenário, mas, mesmo tendo sido vitoriosa,
o Supremo Tribunal Federal determinaria
sua inconstitucionalidade. Hoje, o ministro
Berzoini está consciente que encontrou a
brecha necessária para tornar viável essa
proposta. E pretende taxar os inativos com
os mesmos 11% pagos pelos ativos. Pode haver
negociação para cobrar uma alíquota
menor dos atuais inativos com o argumento
de que a contribuição financiará o pagamento
das pensões a seus beneficiários. Os governadores
estão comprometidos com o governo
federal, pressionando seus parlamentares
a aprovarem essa reforma, aliviando os cofres
públicos que administram.
Os aposentados,
através de suas representações de classe
iniciaram a movimentação junto aos congressistas
para que, mais uma vez, rejeitem essa proposta.
Representantes do governo federal entendem
a necessidade da urgência na aprovação dessas
mudanças. Com os resultados positivos poderá
justificar, no futuro próximo, que o Brasil
está melhor que antes. Que assim seja.
GERALDO
O ex-senador
Geraldo Melo confirmando sua visita a Mossoró,
logo após os feriados da Semana Santa. Daqui,
poderá seguir a outros municípios, sentindo
o clima da sucessão municipal.
DÓLAR
Os exportadores
estão preocupados com a sucessiva queda
do dólar. Temem a perda na concorrência,
principalmente nos setores da fruticultura
e carcinicultura.
FORÇA
SINDICAL
Posiciona-se
a favor do governo e critica a CUT, acusando-a
de defender privilégios até para quem ainda
não começou a trabalhar. A Força Sindical
representa uma grande maioria de trabalhadores
da iniciativa privada e que, por isso, luta
pelo fim dos privilégios de funcionários
públicos.
PRECIPITAÇÃO
Correligionários
da governadora Wilma de Faria reconhecem
a precipitação na divulgação do valor cobrado
pelo advogado que pretende contratar, em
Brasília, para defendê-la no processo de
indiciamento solicitado pelo procurador
Geraldo Brindeiro.
Continua
o questionamento se a CPI do Leite é para
valer ou somente para justificar a opinião
pública. As anteriores terminaram em nada.
Não é mais
de simpatia o sentimento do presidente Bush,
em relação ao Brasil. Tudo porque, acertadamente,
o governo não apoiou a invasão do Iraque.
Não
é só de política que o mossoroense gosta.
A entrevista com o Mons. Américo Simonetti,
no Observador Político, atingiu altos
índices de audiência.
O PFL,
atualmente, é o partido que tem dado mais
dor de cabeça às lideranças governistas
no Congresso Nacional.
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