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Preso
implora à Justiça para não deixá-lo
na PAMN
Recluso
em uma das celas apropriadas para praticar
castigo a presos na Penitenciária Agrícola
Mário Negócio (PAMN), o detento Viriato
Oliveira do Couto, condenado por ter praticado
uma série de assaltos à mão armada e faltando
apenas três meses para adquirir a sua liberdade,
usou sua irmã “Quinha” como intermediária
e enviou uma nova correspondência a O Mossoroense
fazendo um apelo ao juiz Expedito Ferreira
de Souza, da primeira Vara Criminal, que
pensa em transferi-lo para um presídio fora
de Mossoró, provavelmente o regional de
Caicó.
Segundo
Viriato Oliveira, sua ida para o Seridó
acarretaria em problemas, haja vista lá
se encontrar um dos homens por ele denunciados
de fazer parte de uma quadrilha organizada
que vinha atuando no interior da PAMN, praticando
crimes, comercializando drogas e cometendo
assaltos na cidade de Mossoró e região,
contando para tanto com a colaboração de
um agente penitenciário que recebia propina.
NA PAMN,
Viriato Oliveira não pode permanecer em
nenhum dos dois regimes – o de segurança
máxima e o semi-aberto -, haja vista lá
estarem outros integrantes do bando que
foi desmascarado e já terem prometido executá-lo
caso ele seja colocado em uma das celas
para dividi-la com alguém.
Disserta
ainda o preso que o promotor de justiça
Armando Lúcio Ribeiro, conhecedor do problema
pelo qual ele vem passando, já se definiu
por sua ida para um presídio na cidade de
Limoeiro do Norte, faltando apenas a determinação
do juiz Expedito Ferreira de Souza. Declara
o apenado que corre risco de morte permanecendo
na PAMN ou em qualquer outra unidade prisional
do Rio Grande do Norte.
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