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“Popó”
diz que situação financeira do município
poderá gerar demissões
PATU
– Enquanto alguns setores consideram que
o aumento do salário mínimo deveria ser
maior que os 20% concedidos pelo presidente
Luiz Inácio Lula da Silva (PT), há governantes
municipais enfrentando problemas para assegurar
o benefício aos seus servidores.
O
prefeito patuense Possidônio Queiroga, “Popó”,
já declarou que se a situação financeira
do município continuar difícil, principalmente
agora com o reajuste do salário mínimo de
R$ 200,00 para R$ 240,00, ele disse que
para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal
(LRF) possivelmente terá que demitir funcionários,
principalmente os que exercem cargos comissionados.
A
revelação foi feita pelo próprio prefeito,
em entrevista à Rádio Serrana FM. A notícia
caiu como uma bomba no âmbito administrativo
municipal, já que os funcionários de cargos
comissionados estão desde o mês de janeiro
com os seus salários reduzidos em 50%.
A
redução dos salários dos cargos em comissão
pela metade foi prevista para os quatro
primeiros meses de 2003, portanto devendo
encerrar este mês. Os servidores já estavam
ansiosos com o fim do período de arrocho,
mas receberam um balde de água fria com
a notícia do prefeito que poderá haver demissão.
Segundo informações colhidas junto ao governo
municipal, cerca de 100 servidores encontram-se
nessa situação.
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