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Baraúnas joga em Natal e fecha as portas para jogador e empresário

 

Depois de um final de temporada apenas treinando fisicamente, o Baraúnas não entrou brincando o ano de 2006. Disputados dois amistosos contra time amadores, o tricolor partiu para compromissos mais sérios para melhor testar e preparar seu time. Hoje os comandados de Paulo Moroni, após jogarem e empatarem com Ceará e Fortaleza, se apresentam em Natal. O adversário das 20h, no estádio Machadão, será a equipe do América. Os dois times voltam a se enfrentar, só que desta vez valendo três pontos no Campeonato Estadual.

INDIGNAÇÃO -  Assim se pode resumir a repercussão gerada em Mossoró pelas notícias de que o jogador Montanha havia desistido do Baraúnas e acertado com o time do ABC. Além do jogador, o empresário João Maria Belmont não faz mais negócio com o Baraúnas. A decisão de fechar as portas para os dois é do presidente do tricolor, João Dehon.

Um dirigente de pouco tempo no futebol, João Dehon não admite este tipo de comportamento e bateu o martelo, "enquanto for presidente do Baraúnas os dois não terão espaço no clube", sentenciou. O posicionamento do presidente é destaque inclusive no site oficial do Baraúnas, mostrando que a decisão não é algo isolado, e conta com o apoio geral.

Dita comum, essa é uma prática que envolve diferentes profissionais do futebol, passando por jogadores, treinadores, preparadores físicos e até treinadores de goleiro. A decisão tomada pelo Baraúnas de fechar as portas para as pessoas que assim se comportam, pode servir de exemplo para os dirigentes que pensam em um clube de futebol como empresa e para atingir o sucesso é preciso trabalhar sempre no limite do profissionalismo.

 

 

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