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ASSÚ – Existe o desejo
da diretoria da Cooperativa de Energia e Desenvolvimento
Rural do Vale do Açu (Cerval) de, a exemplo do que ocorre
com a prefeitura municipal de Assú, outras prefeituras
da região serem parceiras da entidade para a materialização
do projeto de implementação de uma usina de beneficiamento
de leite e derivados como instrumento para consolidar
a bacia leiteira do Vale do Açu. Tal intenção foi manifestada
pelo presidente reeleito da cooperativa, Lourinaldo
Soares.
Com a prefeitura de
Assú a Cerval estabeleceu vínculo por intermédio do
qual o poder público transferiu uma soma da ordem de
R$ 360 mil para tal empreendimento que, pelos prognósticos
de Lourinaldo Soares, deverá registrar o lançamento
de sua pedra fundamental em fevereiro próximo. Ele recorda
que a dotação global total do projeto beira os R$ 1
milhão. “Como é um benefício que atenderá toda a região
do Vale do Açu estou convidando as prefeituras das cidades
da região para que celebrem convênio semelhante com
nossa cooperativa para tal investimento”, declarou o
presidente.
O líder cooperativista
frisou que com o aporte financeiro repassado pela prefeitura
de Assú a cooperativa pôde adquirir mais de 90% do maquinário
e outros equipamentos que serão utilizados na operacionalização
da usina de lácteos. Em relação ao restante do numerário
necessário para a concretização do projeto, Lourinaldo
Soares salientou que espera que surjam outros parceiros
ou, caso contrário, a cooperativa fará um esforço com
seus próprios recursos e procurará trabalhar outros
meios para garantir todo o valor do investimento.
EXPECTATIVA – Mostrando
total convicção na viabilidade socioeconômica do projeto,
Lourinaldo Soares disse que ele representará uma gama
de benefícios. “O primeiro grande benefício sem dúvida
será a geração de empregos diretos e indiretos que a
usina vai proporcionar”, sentenciou. Apontou como outro
detalhe fundamental a perspectiva de viabilidade da
atividade pecuária da região que saberá a quem destinar
sua produção leiteira e a população terá condição de
consumir gêneros produzidos na própria região, como
iogurte, leite desnatado, doce, queijo e diversos outros
derivados do leite. Lourinaldo Soares reiterou que este
projeto se traduz na primeira grande meta administrativa
da nova diretoria da Cerval, por ele encabeçada, cujo
mandato será de quatro anos.
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