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Veículos
Imprudência
é principal causa de acidentes
A imprudência
continua sendo a maior causa dos acidentes
nas estradas, seguida pela falta de manutenção
das estradas e animais. De acordo com dados
divulgados pela Polícia Rodoviária Estadual/
Delegacia Regional, de janeiro até o dia
17 de fevereiro deste ano já foram registrados
48 acidentes nas rodovias do Estado.
Segundo
o levantamento, deste total foram registradas
três mortes e 25 feridos. O chefe do núcleo
operacional da Delegacia da Polícia Rodoviária,
Carlos Duarte, ressalta que na maioria dos
casos os acidentes foram provocados por
desobediência e desatenção no trânsito,
o restante por falha humana e animais na
pista.
Documento
divulgado pelo Centro de Estudos em Logística
(CEL) do Instituto de Administração da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) revela
que a frota brasileira de caminhões está
à beira do colapso. Com idade média de 18
anos e manutenção precária, 1,8 milhão de
veículos pesados rodam por ruas e estradas
provocando acidentes, transportando sem
segurança cargas perigosas, comprometendo
o fluxo do trânsito e agravando a poluição.
NÚMEROS
- Há no País 900 mil caminhoneiros autônomos,
o que torna a oferta de serviço alta e,
conseqüentemente, baixa o custo do frete.
Além disso, muitas empresas deixam de lado
a exigência de itens que fazem a segurança
do veículo, quando contratam serviços de
transporte. Cargas antes transportadas por
carretas em carrocerias do tipo contêiner
passam a viajar em caminhões de até 30 anos
de uso, com carrocerias abertas, quando
muito cobertas por lonas.
Como a
concorrência é acirrada, os ganhos do caminhoneiro
autônomo dão apenas para a sua sobrevivência.
Não sobra dinheiro para a manutenção do
veículo. Para assegurar ganhos mínimos,
os caminhoneiros rodam até 20 horas por
dia, muitos recorrendo ao uso de drogas
capazes de mantê-los acordados.
Veja
como identificar um carro roubado ou
furtado
a) Comece
a sua inspeção verificando a autenticidade
dos documentos. Confira os números do chassi,
da placa (inclusive a cidade de origem do
emplacamento), o nome do proprietário, o
tipo de combustível etc. Desconfie de cópias
de documentos, mesmo que sejam autenticadas
por órgãos de trânsito.
b) Veja
se o número (seqüência de letras e algarismos)
do chassi gravado no painel corta-fogo (chapa
que separa o motor da cabine) bate com o
número gravado nos vidros e nos documentos.
Dependendo da marca, ano e modelo do veículo,
esses números podem ser encontrados em outros
pontos da carroceria.
c) Além
do painel corta-fogo, essa gravação pode
ser localizada também na torre do amortecedor
dianteiro. Nos modelos mais recentes, ela
está presente ainda no assoalho da cabine,
atrás ou ao lado do banco do passageiro,
ou sob o assento. Mas pode ser encontrada
dentro do bagageiro, estampada no pára-lama
ou no batente da tampa do porta-malas ou
ainda no piso do bagageiro.
d) Procure
por sinais de adulteração na gravação estampada
na carroceria. Se existirem marcas de soldas,
números e letras desalinhados ou com espaçamento
irregular, ou ainda indício de pintura nova
na chapa, desconfie. Caso note alguma imperfeição
ou sinais de raspagem na lata, você pode
estar eventualmente diante de um carro que
foi furtado ou roubado.
e) Verifique
a placa traseira e veja se ela traz o lacre
de chumbo e o arame de licenciamento preso
à carroceria. Geralmente as quadrilhas utilizam
uma placa dianteira em duplicata e a instalam
no lugar da traseira, após furá-la com uma
broca para passar o lacre de chumbo.
f) Compare
os códigos dos fabricantes das placas dianteira
e traseira (estampados em relevo na lateral
da chapa) e veja se eles conferem um com
o outro. Se eles não coincidirem é porque
as placas foram produzidas por indústrias
diferentes, o que indica que a placa traseira
pode ter sido adulterada.
g) Procure
também por sinais de adulteração nos números
do chassi gravados nos vidros das janelas
do carro. Geralmente sempre ficam vestígios
de remarcação na numeração original.
h) De posse
do nome do proprietário, números do chassi
e da placa, ano/modelo e cor do veículo,
ligue para o Detran de sua cidade (Tel:
900-0160, em São Paulo) para levantar o
prontuário do carro. Alguns órgãos dispõem
de serviços on-line ou informam pelo telefone
sobre o prontuário do veículo.
i) A partir
desse levantamento é possível obter todo
o histórico do carro e saber se este figura
na lista de veículos furtados ou roubados.
j) Outra
alternativa é consultar o Cadastro Nacional
de Veículos Roubados (CNVR).
k) No caso
de suspeitar da autenticidade da gravação
de chassi de seu próprio carro, leve-o ao
setor de vistoria do Detran ou Ciretran
de sua cidade para fazer uma inspeção mais
minuciosa.
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