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Chefe
da Divipoe descarta reconstituição de crime
PATU
– A morte do motorista Oriel Jales Diniz,
56 anos, ocorrida na noite do dia 9 de janeiro
deste ano, não deverá passar por uma reconstituição.
Informação a este respeito foi dada a O
Mossoroense pelo bacharel Antônio Caetano
Baumman de Azevedo, delegado-chefe da Divisão
de Polícia do Oeste (DIVIPOE). Ele disse
que o inquérito está praticamente concluído.
De acordo
com Antônio Caetano, a princípio, como forma
de esclarecer dúvidas por parte de parentes
da vítima sobre o caso, ele conversou com
o perito Joaquim, do Instituto Técnico-científico
de Polícia (ITEP) sobre a possibilidade,
mas recentemente foi convencido do contrário.
“O perito me fez ver que o trabalho feito
por ele no local onde o crime aconteceu
foi minucioso e portanto não deixa nada
a desejar. O que se vê é alguns integrantes
do clã familiar querendo reverter a situação
e entrar com uma ação contra o Estado. Quem
atirou em Oriel Jales foi o policial militar
Zuinglo Alves e isso está claro”, rebateu
o delegado.
O motorista
Oriel Jales dirigia um caminhão entre as
cidades de Patu e Catolé do Rocha quando
passou a ser perseguido por uma guarnição
policial. O seu veículo teve os pneus alvejados
com tiros, perdeu o controle e caiu em uma
ribanceira, sendo em seguida atingido na
cabeça. O autor dos disparos confessou a
façanha perante o delegado, mas não teve
como responder pelo que fez, pois foi assassinado
dois dias depois na cidade de Felipe Guerra.
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