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Médico
quer incluir doenças infecciosas no
currículo das escolas públicas
NATAL
- O coordenador do Programa Estadual de
Controle do Dengue, Luiz Alberto Marinho,
quer a inclusão de temas sobre a prevenção
de doenças infecciosas na grade curricular
das escolas públicas que contemplem desde
a primeira série do ensino básico até a
última do nível médio. Ele disse que não
sabe como seria definido, se como uma nova
disciplina ou como temas para debates constantes,
isso quem decide são os técnicos da Secretaria
de Educação, mas seria algo como “Educação
para a Saúde”. Cuba, lembra Luiz Alberto
Marinho, fez isso há 50 anos, e a sua saúde
preventiva é conhecida mundialmente. “Vamos
começar também”, convoca o médico infectologista.
Na última
quarta-feira, 20, pela manhã, ele participou
da primeira reunião com 120 educadores da
Secretaria de Educação do Estado (SECD),
no auditório Angélica Moura, no Centro Administrativo,
em Natal, para discutir a idéia e a sua
forma de inclusão na grade.
“Isso é
só o primeiro passo”, salienta Luiz Alberto,
que diz ter pressa para implantar a idéia.
“A nossa intenção é educar as crianças para
mudar hábitos”.
Os educadores,
segundo ele, vão se tornar os agentes multiplicadores
dessa iniciativa. Neste primeiro ano, o
destaque ficaria para a prevenção da dengue,
mas a idéia é levar ao debate nas salas
de aula todas as doenças, como as DSTs,
incluindo Aids, hipertensão e diabetes,
que acometem milhões de brasileiros.
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