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Fruticultura
potiguar deve movimentar US$ 75 mi em
2003
CRISTIANO
ROJAS Repórter de Economia rojas@omossoroense.com.br
A fruticultura
se destaca como a atividade mais importante
da pauta de exportação do Rio Grande do
Norte. O volume exportado em 2002 atingiu
US$ 42,8 milhões, ou seja, 20% do total
negociado pelo Estado com o mercado exterior.
No ano
passado a exportação das principais frutas
foi 18,2% superior a venda em 2001. Na última
safra o setor da fruticultura irrigada do
Estado movimentou o equivalente a US$ 60
milhões, dos quais mais de US$ 40 milhões
para o mercado externo.
Mesmo com
a guerra no Iraque ficam mantidas as projeções
de superávit do agronegócio, até por que
quase toda a capacidade de produção está
voltada para atender o consumidor europeu.
O destaque
das exportações vai para o Reino Unido (Inglaterra),
um mercado cativo onde existem contratos
diretos com supermercados e estabelecimentos
comercializadores. Os ingleses compraram
do Estado no ano passado US$ 21.216.179.
MERCADOS
– A Holanda, que não consome praticamente
nada, é considerado como mercado distribuidor.
Tudo o que é enviado para lá acaba sendo
distribuído para o resto do mundo.
“Anteriormente
a gente só tinha a Inglaterra e a Holanda.
Hoje estamos diversificando os importadores
como forma de chegarmos a novos mercados”,
diz Luiz Soares, presidente da Associação
dos Produtores e Exportadores de Frutas
(PROFRUTAS).
O Rio Grande
do Norte ainda exporta para a França, Alemanha,
Itália, Espanha e Portugal. A estimativa
do Ministério da Agricultura é que em 2003
o setor deve movimentar algo em torno de
US$ 75 milhões.
A abertura
de novos mercados mantém as perspectivas
para as exportações. A vinda de uma missão
empresarial chinesa nesta semana ao Estado
amplificou ainda mais as estimativas do
Ministério da Agricultura.
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