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Vereadores
escolhem terreno para nova sede da Câmara
Já está
praticamente definido o terreno a ser utilizado
para a construção da sede própria da Câmara
Municipal de Mossoró. Ontem, uma comissão
formada por oito vereadores da situação
e da oposição escolheu o imóvel da avenida
Rio Branco, que fica entre o Fórum Municipal
Dr. Silveira Martins e o restaurante Bate-Papo.
O terreno
é considerado ideal pelos vereadores. O
presidente da Casa, vereador Júnior Escóssia
(PFL), acredita que até o dia3 de março
a pedra fundamental já poderá ser lançada
no local escolhido ontem pelos parlamentares.
Antes disso, no entanto, a prefeita Fafá
Rosado (PFL) precisa assinar decreto doando
o terreno à Câmara.
O projeto
a ser executado pelo Legislativo municipal
deve ficar a cargo da arquiteta Vera Cidley,
dos quadros da prefeitura. Júnior Escóssia
disse que o prédio deve ser funcional e
moderno, abrindo espaço para promoções culturais
e para a instalação da biblioteca da Câmara,
fechada hoje em dia por falta de um espaço
que possa ser aberto à população.
A conquista
da nova sede também foi enaltecida por outros
vereadores. Francisco José Júnior (PSB)
acredita que no novo lugar de trabalho,
os parlamentares terão gabinetes de verdade
e não os que hoje estão adaptados na sede
onde o Legislativo funciona hoje em dia.
"Vai ser melhor para todo mundo e Mossoró
vai finalmente ter a sede própria da sua
Câmara de Vereadores", disse.
Além das
melhorias funcionais que serão naturais
a partir do novo prédio, a Câmara também
sairá ganhando financeiramente. É que o
prédio do antigo Hotel Sol, onde hoje o
Legislativo está instalado, tem um aluguel
caríssimo - algo em torno de R$ 12 mil por
mês - e uma estrutura cara para administrar.
Há meses em que a conta de energia da Câmara
chega a bater na casa dos R$ 5 mil.
Com um
prédio menor e mais funcional, os parlamentares
acreditam que será possível se investir
esses recursos em outros benefícios.
TV CÂMARA
- O vereador Júnior Escóssia disse no pronunciamento
que fez na tribuna da casa que irá trabalhar
não apenas para dotar a Câmara da sua sede
própria, mas também para criar a TV Câmara,
que ele considerou ser um canal da cidadania.
Júnior
Escóssia acredita que está na hora da Câmara
Municipal prestar contas do trabalho dos
seus vereadores e uma forma disso acontecer
é através da TV Câmara. No entendimento
de Júnior, o projeto poderá ser viabilizado
ainda na sua gestão, que é de dois anos.
"Estamos trabalhando forte neste sentido",
finalizou.
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