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Guerra
de ocupação
Gostaria
muito de nesse momento escrever sobre nossa
aldeia, nossos problemas, as coisas da província
amada. Mas, infelizmente, a ansiedade dos
últimos dias pelo genocídio que está sendo
cometido no Iraque pelos Estados Unidos,
Inglaterra e outros títeres, não me permitiu
emocionalmente de fazê-lo.
Nem poderia,
pois queiramos ou não, os trágicos acontecimentos
do Golfo Pérsico dizem respeito a todos
os povos. Ninguém está imune às nefastas
conseqüências desse conflito bárbaro promovido
pelo imperialismo americano em busca da
rapinagem, da riqueza petrolífera da região.
Nós aqui nesse recanto de mundo não ficaremos
à margem das seqüelas provocadas pelo conflito.
Não tem
paralelo na história o crime de lesa-humanidade
que ali se pratica sob as ordens nazista
de George W. Bush e sua caterva a despeito
do clamor de paz em todos os continentes.
Nem Hitler ousou tanto. Este, para fazer
a guerra, contou com o apoio maciço da população
alemã. O déspota americano não tem nem isso,
já que somente 45% dos seus compatriotas
estão apoiando a intervenção bélica contra
o Iraque sem o respaldo da ONU. O secretário
de Estado Collin Powell diz ter os Estados
Unidos quarenta países como aliados nessa
aventura sanguinária. É verdade, mas esquece
de esclarecer que são somente os governos,
as populações dos mesmos, pelo contrário,
estão nas ruas protestando contra a barbárie.
A reação contra o conflito se dá maciçamente
em todos os continentes. Alguns ditos aliados
como Inglaterra, Espanha, Itália e Austrália,
estão com seus dirigentes títeres em apuros
pelo repúdio de seus concidadãos a essa
aliança funesta.
A humanidade
inteira entendeu ser uma guerra de conquista,
de ocupação do Iraque pelo decadente imperialismo
ianque e seus lacaios, que para atingirem
seus desígnios não hesitam em bombardear
com armas de destruição em massa, dizimar
centenas de milhares de pessoas inocentes,
incluindo velhos e crianças, as mais indefesas,
como estão fazendo neste momento com os
iraquianos. Agora se sabe quem é o tirano,
o senhor Bush; quem é sanguinário, o sr.
Bush. Onde está verdadeiramente a ameaça
contra a paz mundial, nos Estados Unidos
concretamente. Ninguém tem mais ilusão,
é lá com seu presidente psicopata, assaltante
do poder pela fraude eleitoral em conluio
com a indústria armamentista que se trama
os conflitos sangrentos onde se põe em risco
a sobrevivência da espécie humana. Não é
por acaso, o papa D. Paulo II fazer firme
oposição à guerra. A ponto do editorial
do jornal oficial do Vaticano, Le Observatori
Romani, apelar para que George W (diabo)
Bush deixe de pronunciar o nome de Deus
em suas atrozes arengas belicosas. Está
muito certo o periódico católico italiano,
é uma grande blasfêmia o demônio falar em
divindade, ninguém em sã consciência pode
aceitar tamanho cinismo cretino.
Viva
a paz! Não à guerra!
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